segunda-feira, 30 de novembro de 2009

REI NOVO, TRONO NOVO, O MESMO SENHOR.

§ Já chegamos quase à metade de nosso estudo da vida de Davi. Vamos fazer aqui uma parada para obtermos uma visão panorâmica das coisas. Já consideramos os detalhes da vida de Davi até os 30 anos de idade. Antes de examinarmos os 40 anos seguintes da sua vida, devemos obter primeiro uma perspectiva geral;
§ Nos primeiros cinqüenta anos de sua vida, Davi andou na integridade do seu coração. Embora houvesse algumas excursões temporárias na carne, a maior parte dos anos de Davi como adulto foram de triunfo. Veio então a tragédia dos últimos vinte anos de sua vida, na primeira parte ele é um modelo de caráter e integridade, enquanto a última parte da sua vida é uma descida morro abaixo até que, segundo creio, Davi morreu, quebrantado e com o coração partido;
§ Nossa tendência é enfocar o momento presente e esquecer os ontens e os amanhãs. Alguns dos ontens precisam ser esquecidos e alguns dos amanhãs precisam ser deixados para o Senhor, sem preocupar-nos com ele, mas é necessário ter uma perspectiva de como Deus mantém a vida;
§ Em vista dos muitos atos poderosos de Davi e do legado que deixou, é fácil esquecer que durante 12 anos ou mais ele viveu como fugitivo e passou muitas horas de desânimo e desilusão no deserto. Ele tornou-se um homem quebrantado e humilde no decorrer de seus dias como fugitivo. Davi aprendeu muito nesses anos de sofrimento, mas pouco bem resultaria se revivesse a dor que eles trouxeram à sua vida;
§ Finalmente é coroado rei, o segundo rei de Israel, escolhido e ungido pelo próprio Deus. Como subiu ao trono? Apossou-se do cargo e exigiu que todos se submetessem ao seu jugo? Não. Davi era um homem sensível. Ele havia aprendido como guiar e como reunir outros ao seu redor nas aflições do seu passado... especialmente enquanto foi um habitante das cavernas... lembra-se?

“Somos muitas vezes melhor sucedidos em tratar da aflição do que em lidar com as promoções.”


DE FUGITIVO A MONARCA
§ Davi tinha cerca de 30 anos quando Saul morreu, mas ele não marchou imediatamente para Jerusalém, a fim de tomar a nação. Em vez disso, seguindo as instruções de Deus, ele vai para Hebrom, onde exerce um reinado limitado sobre o povo de Judá durante sete anos e meio. Ele não se queixa. Não se mostra ansioso. Davi aprendeu a esperar em Deus;
§ Infelizmente, enquanto se achava ali, Davi tomou algumas decisões que lamentou mais tarde – 2 Sm. 3. 1-5
§ De acordo com 2 Sm. 5. 13-16 e 1 Cr. 3. 1-9, Davi teve muitas outras mulheres e concubinas que lhe deram filhos em Jerusalém. Nada sabemos sobre a maioria delas.

A AUTORIDADE DE DAVI
§ Com seu quartel-general em Jerusalém, Davi teve finalmente o reino ilimitado prometido ao líder ungido do Senhor. Ele recebeu grande poder e grandes bênçãos de Deus;
§ 2 Samuel 5. 6-12;
§ Quando as bênçãos começaram a cair, elas fizeram transbordar a taça de Davi. Poucos monarcas conheceram tanto poder e prestígio;
§ As realizações de Davi foram maravilhosas. Na questão territorial, ele expandiu as fronteiras de Israel de 24.000 Km2 para 240.000 Km2. Ele estabeleceu rotas comerciais extensas queriam a todas as partes do mundo conhecido. Essas medidas introduziram riquezas em Israel como a nação nunca havia conhecido antes. Davi unificou a nação sob Deus, despertando o interesse nacional pelos assuntos espirituais. Destruiu também os altares dos ídolos. Era também um homem brilhante no campo de batalha, permanecendo como líder na defesa militar.


A HUMANIDADE DE DAVI
§ Davi era também humano – muito humano – de fato; tinha três fraquezas principais em sua vida, três características decepcionantes:

1. Envolveu-se nas questões publicas a ponto de perder o controle sobre a família;
2. Entregou-se a extremos impetuosos de paixão; e
3. Tornou-se vítima da auto-suficiência e do orgulho.

DUAS VERDADES ETERNAS QUE SOBREVIVERAM AO REI DAVI
§ Podemos aprender pelo menos dois princípios eternos com o reinado de Davi, os quais se aplicam diretamente à nossa vida:

1. Nenhuma ambição é mais importante do que o cultivo de uma família piedosa;
2. Nenhum traço de caráter é mais necessário do que a integridade genuína.

TRÊS DERRADEIRAS LIÇÕES APRENDIDAS COM DAVI

1. OS TEMPOS DE PROSPERIDADE E DESCANSO SÃO TEMPOS PERIGOSOS E NÃO SIMPLES BENÇÃOS;
2. O PECADO GRAVE É A CULMINAÇÃO DE UM PROCESSO E NÃO UM ATO SÚBITO;
3. A CONFISSÃO E O ARREPENDIMENTO AJUDAM A CURAR UMA FERIDA, MAS JAMAIS APAGAM TODAS AS CICATRIZES.
texto extraído do livro "Davi, um Homem Segundo o Coração de Deus" cujo autor é Sharles Swindoll.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

DUAS MORTES... UM ESTUDO DE CONTRASTES.

· O que você acha que os que sobreviverem a você dirão ao seu respeito?
· A vida de Saul se resume numa tragédia. Ele foi um Rei que poderia ter sido o modelo e mentor de Davi; mas, em vez disso, quase se tornou seu assassino.
· Em 1 Samuel 26.21 Saul diz: “...tenho procedido como louco...”.
· Saul não só teve uma vida trágica, como também morreu tragicamente. Ao ler o relato, é difícil acreditar que se trata do mesmo Saul de quem Samuel disse antes:
“Então Samuel tomou um vaso de azeite, e o derramou sobre a cabeça de Saul, e o beijou, e disse: Porventura não te ungiu o Senhor para ser príncipe sobre a sua herança? E o Espírito do Senhor se apoderará de ti, e profetizarás com eles, e serás transformado em outro homem. Quando estes sinais te vierem, faze o que achar a tua mão para fazer, pois Deus é contigo.”
(1 Sm. 10: 1,6-7)

A MORTE DE SAUL: UMA TRAGÉDIA PATÉTICA

· 1 Samuel 31. 1-4,6
· A cena é o desfecho da batalha, um massacre, um lugar de horror inimaginável. Os filisteus queriam terminar a todo custo o trabalho;
· Já tinham matado os três filhos de Saul e agora estavam atrás dele;
· Saul se joga na espada. Não seria melhor para Saul se ele olhasse para Deus?
· Os filisteus não só saquearam a região como também começaram a morar nas cidades que antes pertenciam aos israelitas – 1 Sm. 31. 7;
· O corpo de Saul e seus filhos viram motivo de alegria e comentários profanos sobre o Deus dos Israelitas – 1 Sm. 31. 8-10;
· É isso que acontece quando permitimos que as concessões e a desobediência invadam silenciosamente a nossa vida, um dia após outro, anulando o nosso testemunho, vivendo na mediocridade, escolhendo o caminho fácil, vivendo como o mundo perdido; Saul escolheu essa vida. Não precisava ter sido assim.

A MORTE DE CRISTO: UMA ANALOGIA CLÁSSICA

Por trás da grande tragédia da vida de Saul encontra-se uma interessante analogia – uma analogia entre a morte de Saul e a de Cristo. Ao primeiro olhar, poderíamos dizer: O que pode haver de comum entre Saul e Cristo? Existem, entretanto, seis analogias dignas de nota.

1. A MORTE DE SAUL PARECEU EXTINGUIR TODA ESPERANÇA NACIONAL;
2. COM A MORTE DE SAUL A IMPRESSÃO ERA QUE O ADVERSÁRIO VENCERA O ÚLTIMO ROUND;
3. A MORTE DE SAUL ABRIU CAMINHO PARA UM PLANO DE AÇÃO INTEIRAMENTE NOVO E INTRODUZIU DAVI NA LINHAGEM REAL, QUE LEVOU FINALMENTE AO MESSIAS;
4. A MORTE DE SAUL OFECEU A DAVI A OPORTUNIDADE DE SER INCLUÍDO NA LINHA DE BÊNÇÃO DE DEUS;
5. A MORTE DE SAUL TERMINOU NUMA ERA DE INSATISFAÇÃO E FRACASSO;
6. A MORTE DE SAUL MOSTROU A INSENSATEZ DO HOMEM.

NOSSA MORTE: UMA REALIDADE INEVITÁVEL

Como Saul e seus filhos, todos vamos morrer. Não é possível escapar. Isso significa que em vez de negar a morte, devemos aceitá-la.
A morte é algumas vezes repentina. Outras é longa e arrastada. Ocasionalmente é bela, doce e pacífica. Em outros casos é excruciante e terrível, sangrenta e medonha. Pelo nosso ponto de vista, há ocasiões em que ela chega precocemente. Em outras ocasiões parece que os dedos frios da morte demoram demais enquanto uma alma querida suporta sofrimento e tristeza, solidão e senilidade. Mas, qualquer que seja a forma em que venha..., virá para todos nós. Não há meios de fugir dela.
Nós que conhecemos Jesus Cristo, levamos em nosso interior uma alma e espírito renovados, aquela parte de nós que ele invadiu no momento em que nascemos do alto – quando nos tornamos cristãos. Ele passou a habitar em nós e nos deu uma nova natureza. Embora nossa estrutura exterior esteja ferida, sofrendo e morrendo, nosso “eu” interior está vivo, aguardando sua habitação com o Senhor. Essa ligação ocorre no momento em que morremos, exatamente nesse momento.

“Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.”
(2 Coríntios 4. 16-18)
Que papel você está representando hoje? É autêntico? É realmente cristão? Caso positivo, permita que eu volte à primeira pergunta desta aula. O que você acha que os que sobreviverem a você dirão ao seu respeito?
texto extraído do livro "Davi, um Homem Segundo o Coração de Deus" cujo autor é Sharles Swindoll.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

ENTREGANDO E CONFIANDO!


Filipenses 4:17 “Não que eu procure o donativo, mas o que realmente me interessa é o fruto que aumente o vosso crédito.”
Salmos 131:1 “SENHOR, não é soberbo
o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim.”

Queridos blogueiros e leitores, quero compartilhar com vocês algo que acredito ser emancipador, libertador e poderoso. O assunto é: “Entrega total a Deus”. Isso pode ser uma surpresa para você, mas não existe nada no mundo que traga maior libertação do que uma entrega total a Deus. Não existe vida mais poderosa do que a vida de entrega total.
É muito difícil, é verdade, fazer uma entrega de nós mesmos. É difícil para nós abandonarmos as coisas que temos, quanto mais deve ser entregar-nos a nós mesmos! Como nos apegamos a nós mesmos! Temos medo de nos perder! Pensamos que se perdemos a nós mesmos, perdemos tudo! Por isso existem tantas pessoas com depressão e lutando a qualquer preço para “passar a perna” nos outros. É difícil de dedicarmos um dia totalmente a Deus, à fazer visitas, à orar, à comunhão... “Para que fazer isso? Tenho minhas tarefas a fazer...” Esse é o pensamento de muitos! Do ponto de vista da carne, isso é verdade, mas quanto ao Espírito é o oposto. A menos que saibamos como nos entregar a Deus, não poderemos entrar na vida que Ele preparou para que vivêssemos.
Se temos um relacionamento correto e intimo com Deus, sem dúvida há em nosso coração um profundo desejo de sermos úteis para Ele, de agradá-lo, de podermos ser usados por Ele de acordo com Sua vontade. Se vivemos uma vida de entrega, o resultado disso, segundo C. Spurgeon, somos feitos alvo das atenções do principe das trevas, como aconteceu com Jó. Mas vale lembrar que a melhor satisfação é ver o inimigo ser derrotado a sua frente, pelo poder do Espírito Santo, o próprio Deus que habita em nós!!!

ENTREGA A DEUS NÃO É FATALISMO!

A entrega a Deus é bem diferente do fatalismo. O fatalismo é passivo, revelado pro frases como: “Se isso é vontade de Deus, que posso eu fazer?”. Assim as pessoas simplesmente se submetem ao destino. Isso é passividade e não é o ensinamento das Escrituras. A entrega a Deus é algo bastante positivo, pois se trata de entregarmos a nós mesmos a Deus de tal modo a capacitá-Lo a cumprir Sua vontade em nós. Se não nos entregamos a Deus, Ele não tem como realizar sua vontade, Seu propósito em nossa vida. A única maneira de Deus operar sua vontade em nós é por meio de nossa entrega total a Ele. Isso não significa apenas entregar coisas, mas desistir de nós mesmos, e não é apenas desistir, mas é entregar-nos a Ele.
É por isso que tem se levantado uma gama muito menor de obreiros e pastores nesse século; pessoas estão pensando em sua própria vida e esquecendo quem é o real dono da vida: Deus e nosso Salvador Jesus Cristo.

Se lermos a vida dos santos, conforme os registros do Antigo e do Novo Testamento, veremos que existe uma característica comum a todos eles. Em todos aqueles que receberam testemunho da parte de Deus vemos isso: a entrega de si mesmos a Deus.

Que possamos agir de forma a nos entregarmos totalmente àquele que nos salvou das trevas e nos conduziu para a sua maravilhosa luz! O nosso Deus merece tudo o que sou e tudo o que tenho! Como aquele corinho que cantamos, diz: “Tudo que sou, tudo o que tenho, estão diante de ti Senhor, minhas tristezas e alegrias a ti entrego agora Senhor; ofereço minha vida a ti, que seja o meu viver para Tua glória; os meus dias são teus Senhor, que seja o meu louvor sacrifício agradável; minha vida eu te dou...”

Que tenhamos essas palavras em nosso coração!

Que Deus abençoe!
Ricardo Hilário

terça-feira, 17 de novembro de 2009

CONHECENDO ISRAEL.

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COMO ALIMENTAR A IRA DE UM HOMEM.


· A ira é uma das emoções mais debilitantes com que nos defrontamos. Um motivo para ela nos enfraquecer e paralisar é por ser muito imprevisível – pode invadir-nos antes que percebamos... e pode usar muitas faces diferentes. Algumas vezes não passa de uma irritação, ou de uma frase ou palavra impensada que mais tarde nos arrependemos de ter dito. Ocasionalmente, porém, ela explode com tamanha força que resulta em atitudes hostis;
· Outra razão de ser debilitante é por ser tão pública. Não é possível ocultar a ira; ela se manifesta para quem quiser ver e lembrar;
· Davi, o homem notável que foi um exemplo de paciência durante anos sob a ameaça de Saul, finalmente perdeu o controle e, francamente, durante um período de tempo a ira o deixou temporariamente insano. Se não fosse por uma mulher chamada Abigail, ele teria cometido um assassinato.

UM RETROSPECTO, POR FAVOR...
· Naqueles dias a maior parte das pessoas que trabalhava no campo eram pastores. Elas cuidavam dos rebanhos de ovelhas e das manadas de cabras que pertenciam aos ricos senhores;
· Davi e seus 600 guerrilheiros lutavam contra várias tribos no deserto de Parã. Como tal, eles estavam protegendo também esses pastores do ataque de tribos selvagens que subitamente invadiam uma área, roubavam o gado e atacavam pequenas aldeias;
· Segundo o costume da época, quando havia a tosquia das ovelhas, era comum que o proprietário dos animais separasse um parte do lucro e desse aos que haviam protegido os pastores enquanto eles estavam nos campos;
· Davi e seus homens haviam vigiado fielmente os rebanhos de um homem chamado Nabal e ficaram sabendo que ele estava tosquiando as suas ovelhas. Vai haver então pagamento, pensou Davi, é lógico que depois da proteção cuidadosa que ele e seus homens haviam dado receberiam alguma remuneração. O problema é que Nabal é um homem mesquinho e não quer pagar.

OS PRINCIPAIS PERSONAGENS
· NABAL – Era um homem muito rico, seu nome significava “insensato”, mas era maligno em todo seu trato (1 Sm. 25. 2,3);
· Sua Esposa ABIGAIL – Era justamente o oposto. As Escrituras nos diz que era tanto inteligente como bonita (25. 3);
· DAVI – Cujos homens bem treinados haviam feito um trabalho de vigilância voluntário nos campos de Parã, no deserto perto do monte Carmelo.

OCORRÊNCIAS DE CONFLITOS NATURAIS
1º conflito era entre marido e mulher;
2º conflito é entre patrão e empregado;
- 1 Sm. 25. 5-8 – É interessante que Davi não tivesse procurado Nabal pessoalmente. Ele fez isso para não intimidar Nabal;
- A resposta de Nabal foi: 1 Sm. 25. 10-11
- Foi neste ponto que o problema começou. Davi perde o controle e se prepara para atacar uma “barata com uma espingarda”;

SOLUÇÕES SOBRENATURAIS
· 1 Sm. 25. 14-19 – Abigail decidi ajudar o seu marido;
· 1 Sm. 25. 20, 23 – Abigail já planejara o que fazer e o que dizer. Esse é o lado prático da sabedoria. Ela sabia exatamente como abordaria Davi ao encontrar-se com ele. Não se tratava de um improviso, mas de um plano bem pensado, e três coisas se destacam nele;
1. O tato com que ela tratou o assunto – 25. 24-25
2. Sua fé – 25. 30-31
3. Sua lealdade ao marido – 25. 36-37
· Depois de saber da notícia Nabal teve um derrame. Literalmente. Ele ouviu a história de como 401 guerreiros estavam a caminho para cortar-lhe a cabeça e ficou imóvel, com os olhos vidrados. Dez dias mais tarde: “feriu o Senhor a Nabal, e este morreu” 25. 38;
· Para Abigail e Davi, esta história tem um final feliz. Ao saber da morte de Nabal, Davi envia um pedido de casamento a Abigail e ela aceita!

LIÇÕES APRENDIDAS

1. ENFRENTE COM SABEDORIA OS CONFLITOS QUE SURGIREM;
2. RESOLVA CADA CONFLITO QUE SURGIR... E LIDE COM ELE SEPARADAMENTE;
3. SEMPRE QUE VOCÊ PERCEBER QUE NÃO PODE FAZER MAIS NADA, ESPERE.
texto extraído do livro "Davi, um Homem Segundo o Coração de Deus" cujo autor é Sharles Swindoll.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A TENTAÇÃO MAIS SUTIL DA VIDA.


E Davi ficou no deserto, em lugares fortes, permanecendo na região montanhosa no deserto de Zife. Saul o buscava todos os dias, porém Deus não o entregou na sua mão. (1 Sm. 23.14)

· Davi não tinha que esconder-se só de Saul, como da face de todo o exército de Israel que desejava a morte de Davi;
· Saul precisou defender seu povo do ataque Filisteu. Isto foi suficiente para Davi e seus homens se dirigirem para En-Gedi (1 Sm. 23.29);
· En-Gedi era um oásis no deserto, onde havia fontes de água fresca, cachoeiras, vegetação abundante, e várias cavernas de pedra calcária nos rochedos, bem acima do Mar Morto, En-Gedi era um refúgio incomparável. Oferecia proteção, água e um mirante natural de onde se podia avistar quilômetros ao redor, a fim de proteger-se contra qualquer aproximação do inimigo;
· Davi e seus homens se ocultaram entre as rochas e cavernas de En-Gedi. Essas cavernas salpicavam os penhascos e serviam para camuflar sua presença. Na batalha, o lugar mais elevado é sempre melhor que o mais baixo e era ali que Davi se encontrava – num lugar alto.

UMA SITUAÇÃO SINGULAR - 1 Sm. 24. 1-4

· Saul termina seu confronto com os filisteus e volta a perseguir o homem que odeia com todo ardor;
· Num instante, ele se vê obrigado a obedecer um chamado da natureza, mais não imaginava que Davi e os seus estavam no fundo da mesma caverna;
· Se quiser testar a carnalidade de alguém, pergunte a ele o que você deve fazer quando o inimigo está vulnerável. Foi isso o que os homens de Davi disseram.

UMA TENTAÇÃO SUTIL

· Davi poderia ver essa situação como sendo a “VONTADE DE DEUS”;
· O que ele fez? (24.4), mas em vez de vangloriar-se mais tarde do que fizera, Davi ficou perturbado. Mas porque, nos diríamos? Qual o mal em cortar um pedaço do manto do rei? Ele não matou Saul;
· É assim que racionalizamos ao ceder à tentação. “Quem se incomoda se você tirar um pouco de dinheiro da firma, Eles têm tanto! Não vão dar falta desses selos ou de algumas folhas de papel timbrado”.
· Quando deixamos as coisas passarem e dizemos a nós mesmos: “Isso não tem importância!”, é que estamos a ponto de escorregar na lama e afundar até o pescoço;
· Davi ficou preocupado – 1 Sm. 24.6;
· Davi declarou, então, um princípio de justiça – 1 Sm. 24.7;
· Davi persuadiu aos homens porque ele tinha absoluta confiança em Deus. Seu filho Salomão, mais tarde, disse em seus provérbios: “Sendo o caminho dos homens agradável ao Senhor, este reconcilia com eles os seus inimigos” (Prov. 16.7);
· Veja o que Davi fez: 1 Sm. 24.8.

UMA ESTRANHA CONVERSA – 1 Sm. 24. 9-22

· Tendemos a afirmar: “Oh, deixe o barco correr. Tudo vai dar certo”. Mas Davi não pensava assim. Ele disse: “Rei Saul, o senhor está ouvindo conselhos falsos. As pessoas estão mentindo a meu respeito. Por que lhes dá atenção?”;
· Você é responsável por contar a verdade à pessoa, mas é impossível obrigá-la a mudar de opinião. Ela pode morrer acreditando na mentira. Bem no fundo do seu coração, entretanto, você experimentará a satisfação que é produzida quando agimos corretamente. A sua consciência fica leve;
· Saul reconhece que Davi seria seu sucessor, e lhe faz um pedido.

APLICAÇÃO PRÁTICA

Tudo que foi dito hoje nos ensina três princípios úteis quando se trata da tentação mais sutil da vida. É importante tê-los em mente quando alguém nos maltrata:
1. COMO O HOMEM É DEPRAVADO, ESPERE MAUS TRATOS;
2. DESDE QUE MALTRATAR É INEVITÁVEL, ESPERE SENTIMENTOS DE VINGANÇA;
3. DESDE QUE O DESEJO DE VINGANÇA É PREVISÍVEL, RECUSE-SE A LUTAR NA CARNE.

Quando a tentação mais sutil da vida procurar você, recuse-se a ceder. Pode acreditar... Você jamais se arrependerá de perdoar alguém que não merece ser perdoado!
texto extraído do livro "Davi, um Homem Segundo o Coração de Deus" cujo autor é Sharles Swindoll.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

DEUS X HOMOSSEXUALIDADE.

HOMOSSEXUALISMO À LUZ DE Rm 1:26-27

Nessa semana, minha mãe atentou-se a um fato que ocorreu em uma “igreja”, onde o mesmo foi televisionado; o fato é que dois “pastores”, isso mesmo, dois ditos “pastores” se uniram em enlace matrimonial.
Creio que esses “pastores” não conhecem a Bíblia e tão pouco são arrependidos e salvos... não é a toa esse acontecimento, pois nos últimos tempos isso há de acontecer... Jesus está voltando; Maranata!!!

Outro fato muito comum é a “Parada Gay” anual... uma vergonha e a cada ano que passa, aumenta-se o numero de seguidores e apreciadores...

Desde os primórdios da humanidade, as sociedades convivem com os mais variados tipos
de comportamentos sexuais. O relato bíblico da Criação em Gn 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne”. Porém o pecado infiltrou-se nos relacionamentos sexuais entre os seres humanos de tal forma que hoje a sociedade convive com uma variação enorme de perversões sexuais, tais como: narcisismo, homossexualismo, masturbação, sadismo, masoquismo, exibicionismo, pedofilia, gerontofilia, fetichismo, travestismo, incesto, pluralismo, necrofilia, bestialidade, zoofilia, voyeurismo, sexopatia acústica, renifleurismo, coprofagia, frotterurismo, entre outros.
Esta postagem não vai entrar nos detalhes das diversas anomalias sexuais, limitando-se apenas ao estudo do homossexualismo, pois este é o tema tratado pelo apóstolo Paulo em Rm 1:26 e 27, como veremos. O artigo será dividido nas seguintes seções: Estudo da referência paulina em Romanos; conceito e causas da homossexualidade; os motivos pelos quais Deus condena este comportamento sexual; terapia para a regeneração daqueles que apresentam este desvio da sua sexualidade; e, por fim, as minhas conclusões pessoais.

Breve Comentário Sobre Rm 1:26-27

Encontra-se a declaração de Paulo nas seguintes palavras:

“Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.”

Há um consenso geral de que Paulo referia-se aqui à prática do lesbianismo e do homossexualismo masculino. A palavra “natural” (kata physin) em oposição à “contrária à
natureza” (para physin) era usada no tempo de Paulo com muita freqüência como uma maneira de estabelecer distinção entre comportamento heterossexual e homossexual. Harrison acrescenta que “Paulo usa linguagem direta, para condenar a perversão do sexo fora do seu justo lugar: dentro do relacionamento conjugal”. Outro teólogo afirma que a contaminação do corpo humano é claramente manifestada no homossexualismo, pois ele é obviamente antinatural, contrário à natureza sexual.
A prática do homossexualismo era comum no mundo pagão, tendo forte presença na sociedade em geral, sendo designado como o “pecado grego”. Paulo escreveu sua epístola aos Romanos na cidade de Corinto, a capital dos vícios gregos, e certamente já vira ali evidências sobre as práticas homossexuais.
Lovelace ainda diz que “contrária à natureza” significa “simplesmente contra a intenção de Deus para o comportamento sexual humano que é explicitamente visível na natureza, na função complementar dos órgãos sexuais e dos temperamentos do macho e da fêmea”.
No verso 27 Paulo emprega o termo arsen 3 vezes, onde sua tradução é: “homens”. O substantivo arsenokoites (“homossexual masculino”, “pederasta”) é empregado pelo apóstolo como alguém que não herdará a salvação por estar sob a condenação de Deus (1Co 6:9; 1Tm 1:10).
Brown ainda acrescenta que aqui a perversão sexual é vista como resultado de (e, até certo ponto,um julgamento sobre) o pecado do homem em adorar a criatura ao invés do criador.

Conceito e Causas da Homossexualidade

Uma vez comprovado que o tema que Paulo abordou em Rm 1:26-27 foi mesmo a homossexualidade, tanto masculina quanto feminina, faz-se necessário um maior aprofundamento sobre o estudo deste comportamento sexual.
O homossexual é considerado uma pessoa com tendência a dirigir o desejo sexual para outra pessoa do mesmo sexo, ou seja, ele (ou ela) sente atração erótico-sexual por parceiro do mesmo sexo.

Bergler vê a homossexualidade como uma espécie de “síndrome neurótica”, caracterizada por alguns estigmas bem definidos, a saber: uma elevada dose de masoquismo psíquico, levando o homossexual a situações de desconfianças e humilhações; medo, ódio, fuga em relação ao sexo oposto; insatisfação constante e insaciabilidade sexual; megalomania; depressão; sentimento patológico de culpa; ciúme irracional; e inadmissibilidade psicopática.

As pesquisas com relação às causas da homossexualidade ainda não são consideradas de todo consistentes; porém, elas podem ajudar na orientação de uma profilaxia social com relação ao homossexualismo. Gius afirma que “não se verificam quadros de aberração cromossômica ligados primitivamente à homossexualidade”, o que descarta sua origem genética, pois “em todos os casos de homossexualidade masculina examinados, o sexo genético correspondia ao sexo fenotípico (respectivo) e faltavam sinais de qualquer alteração cromossômica verdadeira”.

Mesmo os defensores da origem genética da homossexualidade admitem que a eventual “predisposição inata” só se transforma em efetivo desejo homossexual por força de fatores desencadeadores de natureza psicossocial, dentre os quais: obsessiva ligação com uma mãe autoritária ou possessiva; falta de uma figura paterna significativa como modelo de identificação; experiências de iniciação na infância ou adolescência.
O homossexual é um homem ressentido por acreditar que não tem o corpo que sua mente mereceria. Freud também considerava que o meio onde as crianças se desenvolvem é fator determinante de sua sexualidade.

Snoek divide os fatores determinantes em três categorias:
1. Fisiológicos - Nenhuma das teorias (genética, hormonal, morfológica) foi comprovada até o momento;
2. Familiares - Uma mãe dominante, juntamente com um pai apagado; uma supermãe, tão
envolvente que para o filho só existe uma mulher, que é ela; a mãe frustrada no seu relacionamento com o marido, incutindo na cabeça das filhas que homem nenhum tem valor;
3. Sociais - O unissexismo, que ocorre na forma do segregacionismo ou do igualitarismo; o anarquismo; e a sedução por adultos.

Como Deus Considera o Homossexualismo?

Deus abençoou o homem e a mulher e lhes deu o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gn 1:28). O casamento é a “união de duas pessoas que originalmente foram uma, depois foram separadas uma da outra, e agora no encontro sexual do casamento se uniram novamente”. Lovelace acrescenta dizendo que “não é por acidente que toda forma de expressão sexual fora da aliança do casamento seja explícita ou implicitamente condenada no restante das Escrituras”.
A sociedade atual está cada vez mais perdendo de vista o princípio que Deus definiu para a união sexual entre os seres humanos: um homem e uma mulher, unidos pelo compromisso eterno do matrimônio. Em virtude deste crescente desvio do padrão idealizado por Deus no princípio, é que têm surgido todas estas anomalias sexuais descritas até aqui. Hoje já se convive até mesmo com o “casamento” entre homossexuais e a adoção de filhos por estes “casais”.
O propósito de Deus é que o homem junte-se com a mulher e os dois formem “uma só carne” (Gn 2:24), constituindo-se numa família heterossexual, na qual os filhos poderão ser educados em meio a um ambiente sadio e livre de preconceitos.
Este ideal está totalmente corrompido na sociedade moderna, e as relações sexuais passaram a ser apenas um meio de obter prazer a qualquer custo, sem atentar para as orientações dadas por Deus no passado, e para os perigos de não seguir estas orientações. A atual sociedade já aprendeu a conviver pacificamente com o outrora chamado “pecado grego”, vendo os homossexuais como apenas “um pouco diferentes”.
Portanto, Deus desaprova o homossexualismo porque ele é totalmente contrário ao propósito original das relações sexuais: procriação e/ou prazer. Segundo Boice, apenas em se olhar para a anatomia dos órgãos sexuais do homem e da mulher já deveria haver argumento suficiente para convencer de que as práticas homossexuais não são normais. Tanto o Judaísmo quanto o Cristianismo sempre reconheceram esse fato, defendendo que o homossexual está sob a condenação de Deus.

Há “Cura” Para o Homossexualismo?

Após verificar que o homossexualismo está arraigado fortemente na sociedade moderna, faz-se necessário apresentar ao portador deste desvio da sexualidade um meio de regeneração e retorno ao ideal divino. A terapia de aconselhamento para o homossexual consiste em “escutar a quem pede ajuda, a fim de facilitar-lhe a decifração, por ele mesmo, de seu próprio discurso... levando a uma convivência mais saudável consigo mesmo e, em vários casos, chega-se à heterossexualidade”.
Talvez o maior problema a princípio seja romper as barreiras da solidão e da incomunicabilidade que a sociedade erige em relação aos homossexuais. Gatti defende que o ponto de partida deve ser a total aceitação do homossexual como pessoa, a plena compreensão de seu drama, e a mais leal solidariedade a seus sofrimentos e a seus problemas. Para o auxílio pastoral ao homossexual são sugeridos os seguintes passos:

1. Reconhecimento e confissão de que sua atitude e conduta são errados;
2. Ele deve admitir e reconhecer seu problema;
3. Deve confessar o pecado a Deus e a um conselheiro espiritual, e depois deve pedir a Deus que o purifique e perdoe;
4. O homossexual que busca a cura deve pedir a Deus que lhe dê um espírito de arrependimento;
5. Pode-se considerar a possibilidade de uma libertação de demônios;
6. O homossexual deve concordar em submeter-se a um plano de disciplina que Deus possa usar para concretizar a mudança desejada;
7. Entre o homossexual e o conselheiro deve haver sinceridade absoluta;
8. O homossexual deve começar a participar de uma comunidade cristã compreensiva;
9. O conselheiro deve ser paciente.

Para o homossexual, como para qualquer outro homem, no fim é apenas a graça do Espírito Santo, com Seus misteriosos dinamismos, que é capaz de tornar a cura do homossexual possível. Acima de todos os meios educativos e terapêuticos, é sempre na graça de Deus que o homem pecador deve confiar.
O Dr. José Maria concorda com o pensamento de que a igreja deve ser o conduto para a ajuda aos homossexuais que desejarem um retorno aos desejos sexuais naturais de cada ser humano.
Ele afirma que “a igreja será o último reduto para a consolidação dos conceitos familiares” nos próximos anos.

Resumo e Conclusão
O homossexualismo está presente na história humana desde o seu princípio. Biblicamente, encontram-se referências à homossexualidade já no relato de Sodoma e Gomorra (Gn 19:4-5), de onde advém o termo “sodomia” como referência à homossexualidade e outras anomalias do gênero; bem como no período dos Juízes (Jz 19:22). Moisés também fez referências a esta prática sexual entre o povo de Israel (Lv 18:22; 20:13), condenando-a e considerando-a abominável aos olhos de Deus, punível mesmo com a morte.
No Novo Testamento, a referência clássica à homossexualidade, tanto feminina quanto masculina, encontra-se na epístola de Paulo aos Romanos (Rm 1:26 e 27). Porém, o apóstolo também faz outras referências à condenação divina sobre esta prática (1Co 6:9-10; 1Tm 1:9-11).
O presente texto analisou o texto de Romanos, observando a quase unanimidade entre os teólogos e comentadores de que Paulo realmente referia-se na passagem em estudo ao homossexualismo. Porém, é crescente o grupo de eruditos que não aceitam esta interpretação usual, e tentam reinterpretar as declarações paulinas, aplicando-as aos dias atuais, onde a homossexualidade tornou-se já parte comum do cotidiano das grandes cidades.
Através dos estudos e pesquisas científicas consultadas, verifica-se que é reduzida a probabilidade de que as tendências homossexuais sejam o resultado de uma “deformação genética” ou algum caractere hereditário. Ao contrário, é grande o número de estudiosos da psicologia humana que acreditam que este comportamento sexual advém de fatores psicossociais vividos na infância (até os 5 anos de idade, principalmente), e que acarretam traumas e complexos que podem levar o indivíduo a desenvolver o homossexualismo durante sua vida.
Apesar de Deus condenar este comportamento anômalo, em virtude de desvirtuar-se do Seu propósito para o relacionamento sexual e matrimonial, Ele concede ao homossexual desejoso de regenerar-se uma opção de cura, que está disponível através de Sua infinita graça e misericórdia pelas mazelas que atingem a humanidade.
Como representantes de Deus e instrumentos Seus para distribuição de Sua graça ao mundo pecador, os cristãos não devem olhar o homossexualismo como uma doença típica de pessoas “despudoradas”; mas devem encarar o homossexual com o mesmo amor fraternal e solidariedade que Jesus demonstrou em Seu convívio com o ser humano.
Resta ao homossexual cristão, desejoso(a) de orientar sua sexualidade segundo os ditames divinos, atentar ao conselho do próprio apóstolo Paulo: “Tudo posso, nAquele que me fortalece” (Fp 4:13).

Vamos orar para que Deus nos fortaleça e nos dê graça para amarmos os homossexuais, mas não amar o seu pecado... Podemos até dizer que Deus ama-os, mas é indiscutível que Ele não admite e aborrece as atitudes!

Que Deus nos abençoe!
Ricardo Hilário

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

PROMOVENDO MISSÕES!



 "E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." Marcos 16:15
Como é bom realizar a obra de Missões! Neste último sábado, estivemos reundos para cultuarmos a Deus e assistir um filme, onde nos encorajou a amar as almas perdidas e amar também a obra missionária, começando em nossa casa; orando, fazendo e contribuindo.
Ao fim, do culto e filme, aconteceu a "1ª Noite do Cachorro Quente", onde toda a renda das vendas foi destinada para mssões!
Agradeço a Deus e a todos os irmãos que participaram e também, especialmente ao irmão Jeremias que nos abençoou com a mensagem do Senhor.
Um grande amplexo a todos!
Ricardo Hilário

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

FILHO PRÓDIGO, AMOR PRÓDIGO, AMIGO PRÓDIGO E SERVIÇO PRÓDIGO!

Lucas 15:12
Quero fazer um paralelo com a história do filho pródigo...

A palavra “pródigo”, para quem não sabe, um dos significados é “gastão”.

O FILHO PRÓDIGO;

O filho mais novo de um certo homem pensou que não precisava mais do pai e que a riqueza que “lhe pertencia” era suficiente para viver. Pediu tudo ao pai, mesmo sem ter direito tão já; um testamento só tem validade após a morte do testador.
No caso, o pai foi tão bondoso que mesmo sem o filho merecer, deu a “parte que lhe pertencia”.
O filho nem sabia o que fazer com tanto dinheiro... o que ele fez?
Gastou tudo e é isso que o intitula como “pródigo”.

Levando essas informações em consideração, quero aqui destacar algumas coisas que muitas vezes nos torna um “pródigo”:

AMOR PRÓDIGO;

Era uma vez uma ilha onde moravam os sentimentos.
Num dia de muita tempestade a ilha toda foi inundada e cada um procurou salvar-se como pode.O AMOR, no entanto, não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua ilha tão querida. Mas a situação ficou feia e ele começou a se afogar.Ao ver a RIQUEZA passando em seu luxuoso iate, pediu ajuda: - Não posso levar você, não cabe. Meu barco está cheio de ouro e prata!
Ao ver a VAIDADE passar, também pediu ajuda: -Não posso, você está todo sujo e vai sujar meu barquinho!
Ao ver a TRISTEZA passar, também pediu ajuda: -Ah! AMOR, estou tão triste... prefiro ficar sozinha!
A INDIFERENÇA nem sequer respondeu ao seu pedido de socorro.
Foi então que passou um velhinho e a socorreu: -Sobe, AMOR, eu levo você. O Amor ficou tão feliz e aliviado que até se esqueceu de perguntar o nome do seu benfeitor.Chegando ao alto de um morro, onde estavam os sentimentos que se haviam salvado, ele perguntou à SABEDORIA: -Quem é aquele velhinho que me salvou?Ela respondeu: -O TEMPO. Somente o TEMPO é capaz de dar valor a um grande AMOR.

As pessoas andam tão vaidosas, tristes e indiferentes, que nem dão valor ao amor; Tornam-se “pródigos” em seus próprios sentimentos... parecem aquele filho mais novo que pede ao pai a sua parte da herança; Pede ao Pai todo o amor do mundo, como se fosse a sua parte da herança e desperdiçam com sentimentos vãos e se esquece quão importante é amar!
Muitas vezes precisamos passar por muitas quedas, tombos, perder “amores” para saber qual é o verdadeiro amor!

O tempo nos ensina a arte de amar e somente assim podemos gastar nosso amor com quem merece e a reciprocidade deve ser verdadeira!

AMIGO PRÓDIGO;

MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO
Conta uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, começaram a discutir tanto que um acabou dando um soco no rosto do outro.
O que foi agredido, sem nada dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO NO ROSTO.
Mesmo ressentidos, seguiram viagem juntos e chegaram a um oásis. Enquanto se banhava num dos poços, o que havia levado o soco começou a se afogar, mas, foi salvo pelo amigo.
Ao se recuperar pegou um estilete e escreveu numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA!
Quando um amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar; porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.

Fiéis são as feridas dum amigo; mas os beijos dum inimigo são enganosos.Provérbios 27.6

Existem tantos “amigos” pródigos!
Existem tantos “amigos” ingratos!

Algumas pessoas dizem serem seus amigos, porém te abraçam com uma faca nas mãos! Temos algumas oportunidades desagradáveis de nos relacionarmos com alguns desses “amigos” e a cada dia que passa vão demonstrando mais e mais para que vieram até a minha vida! Pessoas “crentes” que estão, dia a dia, sendo usada por Satanás, que ao invés de ajudar a sair do buraco, jogam areia aos seus montes para poder deter a nossa subida! Deus é Fiel e sabemos que não irá nos desamparar e que no final das contas é Ele quem nos honrará!

São essas pessoas que chamamos de “amigos pródigos”, que ganham e conquistam amigos, depois saem desperdiçado as amizades, ao invés de se juntar para caminharem juntos, que ao invés de dar um “soco na cara” na hora que precisa e “salvar” na hora necessária, preferem sempre atacar e o final dessas pessoas é: ficarem sós, sem amigos e sem honra!

Tenho pena delas, pois prestaram contas a Deus! “Ai daquele que mexer com o ungido do Senhor!”

SERVIÇO PRÓDIGO;

DÁ NÃO, SENHOR
Um sujeito colocou seu sítio à venda.
Logo no primeiro dia apareceu um interessado.
- Bom dia, estou em busca de uma área para plantio, como é terra daqui, dá milho, feijão? Perguntou-lhe o visitante.
- Dá não, senhor, respondeu o proprietário.
- E mandioca?
- Dá não, senhor.
- Nem mandioca? Espantou-se o homem.
- Dá não, senhor.
O interessado não era um expert em solo, mas conhecia um pouco do assunto, olhou a terra ao seu redor e pareceu-lhe terra boa. Coçou a cabeça, como que para lhe ajudar a entender o caso, e fez a pergunta derradeira: - E se plantar?
- Ah... moço, daí é uma maravilha. Daí dá de tudo. Dá batata, milho, feijão, inté mandioca.

Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará.
II Coríntios 9.6

Muitas vezes deixamos de lado nossa razão de ser como Igreja e nos tornamos trabalhadores pródigos
Deus nos comissionou para levarmos as boas novas de Salvação e o que temos feito?
Pedimos tudo ao Senhor; somos discipulados, temos saúde, temos oportunidades, temos pessoas (sendo essas nossa riqueza) e o que fazemos é ficar em casa assistindo um belo filme, escolhemos trabalhar ao invés de servimos a Deus e assim limitamos o Seu poder e não acreditamos que Ele vai suprir todas as nossas necessidades!
Conheço um comércio onde o dono é de uma determinada “igreja” onde não trabalha por um dia da semana, o dia de mais movimento; no entanto a cada ano que passa, a casa se torna mais freqüentada e sempre melhorando os produtos e será que é coincidência?

Devemos ser “ambiciosos” concernente a obra de Deus! Devemos dar o melhor e não pegar o melhor e dar ao mundo.

Conclusão:
Que sejamos convictos de que não devemos ser “pródigos” nem com as finanças, nem com o amor, nem com as amizades e nem com o serviço de Deus!
Que sejamos sábios e saibamos quão importantes são as riquezas que o Senhor tem nos dado!
Vamos valorizar nosso dinheirinho; nossos relacionamentos amorosos; nossas amizades e também a obra de Deus!
Que Deus nos abençoe!
Ricardo Hilário

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O SOCORRO QUE VEM DOS CÉUS!


SALMOS 73.21-26

"O meu coração estava cheio de amargura, e eu fiquei revoltado. Eu não podia compreender, ó Deus; era como um animal, sem entendimento. No entanto, estou sempre contigo, e tu me seguras pela mão. Tu me guias com os teus conselhos e no fim me receberás com honras. No céu, eu só tenho a ti. E, se tenho a ti, que mais poderia querer na terra? Ainda que a minha mente e o meu corpo enfraqueçam, Deus é a minha força, ele é tudo o que sempre preciso."

Como são as coisas... Como pessoas podem ser uma bênção e também querer o mau de alguém!
Quando nos encontramos em tristezas alarmantes, só o Senhor pode nos aliviar o sofrimento... sofro, mas sei que é por um momento... peço a Deus que tenha misericórdia de minha alma!
Até quando viverei em altos e baixos com nossas emoções?
Senhor meu Deus, assim como foi com o salmista, seja comigo! Imploro e suplico: DEVOLVA-ME A ALEGRIA DA TUA SALVAÇÃO!
"Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário."
Salmo 51:12

terça-feira, 3 de novembro de 2009

NOVOS CAMINHOS...

Este é um vídeo do "Convite", na última mensagem do 3º Congresso - COMJOBB.

Foi uma enorme bênção!!!

Obrigado a Deus e todos que colaboraram...
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