quarta-feira, 6 de novembro de 2013

AULA 04 TAOÍSMO

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

ENFATIZANDO A VERDADE QUE OS BATISTAS NÃO SÃO REFORMADORES, E OS REFORMADORES NÃO SÃO BATISTAS.

Autor: Laurence A. Justice

Tradução: Gustavo Stapait 02/02
Revisão: Calvin G. Gardner 03/02
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br


Atualmente muitos e muitos Batistas, e muitas e muitas igrejas Batistas se chamam Reformadas. Em parte, a razão na qual alguns Batistas escolheram em se autodenominar Reformados, foi devido eles estarem muito ansiosos em libertarem-se das destrutivas influências do Arminianismo, que então eles tomaram o título de Reformados, no sentido de distinguirem-se de um Fundamentalismo intelectualmente falido.
O WEBSTER’S NEW COLLEGIATE DICTIONARY define Reformado como "pertencendo ou designado a uma corporação de igrejas Protestantes, originarias da Reforma." O RANDOM HOUSE DICTIONARY OF THE ENGLISH LANGUAGE, define a Reforma como "o movimento religioso do século XVI, o qual teve como objeto a reforma da Igreja Católica Romana, a qual levou ao estabelecimento das igrejas Protestantes." Em português, no DICIONÁRIO AURÉLIO ELETRÔNICO, a palavra Reformado tem, em parte, o significado: "4. Rel. Em rigor, membro de algumas igrejas protestantes da Suíça, Alemanha e Holanda ligadas ao espírito do reformador suíço Zwinglio [V. zwinglianismo.] 5. P. ext. Calvinistas, ou protestantes em geral".
Uma pessoa tratada como Reformada, é, com esta denominação, direta ou indiretamente ligada a Reforma Protestante. Ainda, o nome Reformado implica na corrupção da Igreja Católica, e na revolta dos Reformadores contra tal corrupção. Muitos Batistas têm lido e têm sido abençoados pelo que João Calvino e outros líderes Reformados escreveram sobre a graça soberana de Deus na salvação. Nossa maior confissão Batista de Fé, a Confissão de Londres de 1689, e a sua versão Americana, a Confissão da Filadélfia de 1743, ensinam quase o mesmo sobre a salvação que ensina a Confissão Reformada de Fé de Westminster. Mas, o fato dos Batistas crêem o mesmo sobre a soberania da graça de Deus na salvação, assim como acreditam João Calvino e outros Protestantes, os colocam na categoria dos Reformados? E o fato das grandes Confissões Batistas virtualmente dizerem o mesmo que diz a Confissão Reformada de Westminster faz dos Batistas, portanto, Reformados? Eu solicito que as respostas a estas interrogações, bem como, ao título desta mensagem seja, Não! Os Batistas não são Reformados! Nesta mensagem, eu vou oferecer cinco razões básicas porque os Batistas não podem ser corretamente chamados de Reformados.
Primeiro, não é apropriado se referir aos Batistas como Reformados
 
POR CAUSA DO QUE OS BATISTAS CREÊM SOBRE A PALAVRA DE DEUS
 
O lema da Reforma Protestante incluiu as palavras do Latim Sola Scriptura, que significam Somente as Escrituras. Durante a busca da Reforma da Igreja Católica Romana, os Reformadores primeiramente insistiram que a única autoridade de fé e prática, fosse as Escrituras, mas os Reformadores nunca seguiram este lema de maneira consistente. E quando eles não conseguiram suportar alguma doutrina ou pratica da Palavra de Deus, eles logo começaram a se apegar aos pais das igrejas e a tradição e a expediência, e em credos. Os Batistas são os únicos que tomam as palavras Sola Scriptura seriamente. Apenas os Batistas aplicam, de modo consistente, este grande princípio em matéria de fé e prática. Os Batistas simplesmente acreditam que, toda a doutrina e prática na igreja, deve ter o Novo Testamento como alicerce. O Princípio da Sola Scriptura é seguido, de modo consistente, quando alguém pode, a partir do Novo Testamento, confidencialmente dizer, "Assim diz o Senhor." Uma das maiores diferenças entre as pessoas Batistas e Reformadas, é que os Batistas insistem na Sola Scriptura para todas as outras áreas bem como para a salvação. Os Batistas crêem que os ensinamentos e as práticas das igrejas do Novo Testamento estejam firmes de uma vez para sempre. Nossas confissões de fé são meramente o que nós cremos a Bíblia ensinar, mas não são autoritárias ou uma imposição sobre as igrejas. Quando nós Batistas falamos no princípio da Sola Scriptura, usualmente usamos o termo, a suficiência das Escrituras. O Apóstolo Paulo reconheceu a suficiência das Escrituras, em todas as matérias de fé e prática, quando ele escreveu ao jovem pregador Timóteo, em II Timóteo 3:16-17. II Timóteo foi a sua última epístola do Novo Testamento na qual ele disse a Timóteo que, em vista da chegada dos tempos de apostasia e perigo, e em vista do seu trabalho central que era a pregação, as Escrituras seriam suficientes. E isto se aplica ao evangelismo, as instruções doutrinárias e ao trabalho pastoral em geral. Assim diz Paulo, "Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir justiça: Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra." Os Batistas não fazem nenhum apelo à tradição, ou aos pais da igreja para darem autoridade em assuntos de fé e prática. Nós indagamos, "O que ensinam as Escrituras?" Os Reformadores mantiveram muitas doutrinas e práticas do Catolicismo, tais como, o batismo infantil, a regeneração batismal, a aspersão para o batismo, e os sacramentos. Os Batistas procuram evitar tais tradições humanas seguindo em contrapartida o padrão do Novo Testamento. A Confissão de Fé de Westminster é a mais proeminente das confissões dos Reformadores. A Confissão de Londres de 1689 é uma das mais proeminentes das confissões dos Batistas. A evidente diferença entre as duas, é vista bem no início. A confissão Batista diz, "A Sagrada Escritura é a única regra suficiente, certa e infalível de conhecimento para a salvação, de fé, e de obediência." Este frase não aparece na Confissão Reformada de Westminster.
Segundo, os Batistas não podem ser propriamente chamados de Reformados

POR CAUSA DO QUE OS BATISTAS CRÊEM SOBRE A IGREJA
 
Os Batistas sempre acreditaram que não possa haver um padrão apropriado, para o que constitui a igreja, a não ser aquele contido no Novo Testamento, e o Novo Testamento não é vago ou indefinido, no que diz respeito à igreja, tampouco ao definir o que ela é ou de onde veio, ou como deve ser governada. Os Batistas concordam com o Novo Testamento em que a igreja é uma congregação de crentes, os quais foram chamados para fora do mundo e se ajuntaram a Jesus Cristo e à Sua Palavra. Para os Batistas, a igreja é uma congregação visível, de indivíduos regenerados e batizados. Para os Reformadores do século XVI, a igreja Católica era ainda "a igreja" e ela apenas precisava uma reforma. Eles procuraram reformar uma igreja na qual acreditavam ser o verdadeiro corpo de Cristo. Eles assumiram que tanto o batismo quanto a ordenação da Igreja Romana ainda fossem válidos. Nem João Calvino, tampouco outros Reformadores, denunciaram seus batismos Católicos. Os Reformadores não planejavam restaurar a igreja verdadeira, seguindo a cópia das instruções reveladas em Atos. Em vez disso, eles trabalharam para reformar a "igreja", que já existia. As pessoas da Reforma vêem a igreja de duas maneiras. Eles a vêem como o inteiro corpo dos eleitos. Este corpo é, obviamente, invisível. Eles também a vêem como uma assembléia local como um agregado de assembléias numa nação ou num continente. Assim sendo, tal igreja é visível. Então, os Reformadores acreditavam em uma igreja universal e invisível, e também acreditavam numa igreja local e visível.
A Confissão de Fé de Westminster, capítulo 25, Artigo 11, página 133 é intitulado "Da igreja" e, parcialmente, diz "A Igreja Visível, ... consta de todos aqueles que pelo mundo inteiro professam a verdadeira religião, juntamente com seus filhos;" Tal igreja necessariamente possuiria tanto pessoas não eleitas quanto não regeneradas. A idéia de uma igreja visível e invisível não se encontra no Novo Testamento. Os Batistas são fiéis as Escrituras que a igreja do Novo Testamento consiste de pessoas regeneradas, enquanto a Reformada a vê como também incluindo crianças não regenerados, ou os filhos dos crentes. Os Batistas acreditam que cada igreja seja totalmente independente de todas as outras, no que diz respeito ao seu governo. A igreja de Jerusalém não mandou a igreja de Coríntios como esta deveria conduzir-se, e não ameaçou excomungá-la, quando soubesse que existiam membros pecadores na igreja de Coríntios. Cada igreja Batista escolha seus próprios pastores e diáconos, recebe e disciplina seus membros, e faz suas próprias regras e leis. Os Batistas crêem com o Novo Testamento que nenhuma organização como uma sínodo ou sessão possa dizer à igreja local o que ela deve fazer. A criação de uma autoridade centralizada, que reivindica mandar nas igrejas, e ditar as leis à igreja local, não tem absolutamente nenhuma autoridade neo-testamentária. Todas as igrejas Reformadas procuram fazer isto, mas, de acordo como o Novo Testamento, não há em nenhuma circunstância, maior corte suprema de apelação, do que uma igreja local. Uma discrepância básica entre Batistas e Reformados é a resposta à questão, "Quando começou a igreja?" As pessoas Reformadas crêem que Israel foi a igreja no Velho Testamento, e a igreja do Novo Testamento é uma continuação do mesmo corpo. Eles pregam que a igreja no Velho e Novo Testamento é fundada na aliança da graça feita com Abraão. Os Batistas, por outro lado, enxergam uma diferença radical entre os Testamentos, ao invés de uma continuidade do Velho para o Novo. Eles acreditam que Israel e a igreja do Novo Testamento sejam dois corpos distintamente diferentes, e a ordem de Israel do Velho Testamento seja radicalmente diferente da ordem da igreja do Novo Testamento. Os Batistas pregam, segundo as Escrituras, que a igreja é estritamente uma instituição do Novo Testamento, um mistério desconhecido antes dos tempos do Novo Testamento, mas revelado nos tempos do Novo Testamento. Um mistério no Novo Testamento refere-se a algo que até aquele momento era desconhecido e foi naquele momento revelado. Em Efésios 5:32 e 3:4-6, Paulo diz que a igreja é um mistério ou algo desconhecido, até aquele presente momento, mas que foi naquele tempo revelado. Os Batistas têm historicamente crido na perpetuidade das igrejas verdadeiras, como a do Senhor Jesus, prometida em Mateus 16:18, quando Ele disse, "... edificarei a minha igreja e as portões do inferno não prevalecerão contra ela." Por esta razão os Batistas nunca reivindicaram ser Protestantes. Eles sempre, e em unanimidade, negaram qualquer ligação com a Igreja Católica Romana, até a presente geração, e sempre reivindicaram ser oriundas de Jesus Cristo e os Apóstolos. Eles não surgiram nos anos 1.500 com a Reforma Protestante. Os Batistas voltam na história ao período do Novo Testamento. Eles nunca foram parte de nenhuma outra denominação, portanto, eles não tem nada a protestar! Nós não nos baseamos apenas na promessa do Senhor, em Mateus 16:18, onde diz que haverão igrejas verdadeiras sempre neste mundo, nós também o sabemos a partir do próprio testemunho da história. Johann Mosheim, o grande historiador Luterano, reconheceu que os Batistas existiram antes da Reforma Protestante, quando ele disse, "Antes do surgimento de Luter e Calvino, eram oclusas, na maioria dos países da Europa, pessoas que tenazmente aderiram aos princípios dos Batistas Holandeses." Zwingli, um dos Reformadores, disse durante a Reforma, "Eles (Batistas) tem causado um grande distúrbio por 1.300 anos." O Cardeal Católico Romano Housis, o qual esteve envolvido no Conselho Católico Romano de Trento de 1.544, e que odiava os Batistas, mas mesmo assim disse bem francamente, "Se a verdade da religião fosse julgada pela prontidão e coragem pela qual um homem de alguma seita demonstra em sofrimento, então a opinião e persuasão de nenhuma seita poderia ser mais verdadeira e certa, do que a dos Anabatistas, desde que não houveram nenhuma destes 1.200 anos passados que tivessem sido mais largamente punidas, ou que permaneceram mais tranqüilas e firmes, e até oferecendo a si mesmas aos mais variados tipos de punições cruéis, do que estas pessoas."
Por terceiro, os Batistas não podem ser, apropriadamente, chamados de Reformadores
 
POR CAUSA DO QUE OS BATISTAS CRÊEM SOBRE A RELAÇÃO ENTRE IGREJA E O ESTADO.
 
As igrejas verdadeiras de Jesus Cristo, dos tempos dos apóstolos, foram cruelmente perseguidas pelo governo Romano, mas não importava o quanto e quão cruelmente fossem perseguidas, o número e a influência do Cristianismo permanecia crescendo rapidamente. Acerca de 314 d.C., a influência da Cristandade no império Romano, crescia tanto que o Imperador Constantino decidiu parar de perseguir os Cristãos, e aderir ao Cristianismo, e então usá-lo para solidificar e aumentar seu poder de imperador. Constantino afirmou ter visto uma visão de uma cruz vermelha flamejante no céu, e sobre esta cruz estava escrito "Por Este Sinal Conquiste." Ele interpretou isto significar que ele deveria tornar-se um Cristão, e então ordenou que toda a perseguição contra os Cristãos cessassem, e declarou o Cristianismo como religião do estado de Roma. Constantino chamou todos os Bispos ou pastores do império, juntos, no Conselho de Nicea em 325 d.C., para que formassem uma unidade doutrinal. Assim, o estado e a igreja estavam casados, com o imperador exercendo poder sobre as igrejas e pastores. Ironicamente, quando a igreja e o estado foram unidos sob o governo de Constantino, Constantino nem era um Cristão. Ele concordou em tornar-se um Cristão, mas ele ainda não tinha afirmado ser Cristão. Ele finalmente confessou ter tornado-se um Cristão, mas recusou-se a ser batizado até prestes a sua morte, alguns anos depois. Alguns anos depois disto, em 407 d.C. o batismo infantil foi obrigatório para todos, e uma pessoa tornava-se uma cidadã do estado através do batismo. Obviamente, quando a igreja e o estado foram unidos neste casamento, e o batismo infantil foi requerido para a cidadania no estado, um grande número de pessoas não regeneradas ingressou às igrejas. Quando, alguns Cristãos recusaram-se a concordar deste casamento de Constantino da igreja e do estado, ele começou a usar o poder do estado para forçá-los a concordarem. Algumas destas pessoas foram chamadas de Donatistas. Os Donatistas não aceitaram o batismo da igreja estadual e batizaram novamente as pessoas que se juntassem a eles vindas das igrejas estaduais. Em 413 d.C. o imperador Theodosius publicou um edital declarando que pessoas que fossem batizadas novamente e aquelas que os tivessem batizado novamente, deveriam ser punidos com a morte, e um rio de sangue resultou do casamento da igreja e do estado, sob o governo de Constantino. 1.200 anos após, durante a Reforma, Calvino e outros Reformadores deixaram o estado e a igreja unidos, e o batismo ainda era obrigatório para se tornar um cidadão do estado.
A Confissão Reformada de Fé de Westminster, disse no seu artigo intitulado "O Magistrado Civil," "...ele tinha autoridade e é o seu dever para fazer ordens, que a unidade e a paz fosse preservada na igreja, que a verdade de Deus fosse mantida pura e inteira, que todas as blasfêmias e heresias fossem suprimidas, e todas as corrupções e abusos na adoração e disciplina fossem prevenidos ou reformados, e todas as ordenanças de Deus devidamente estabelecidas, administradas e observadas e para o seu melhor efeito, ele tem poder para organizar sínodos, para estar presente neles, e para determinar que qualquer negocio tratado neles estivessem de acordo com o pensamento de Deus..." Na nova nação Americana, ao final dos anos 1.700, este conceito Reformado de igreja e estado, o qual fora mantido pelos Puritanos, fora enfaticamente rejeitado. O artigo na Confissão de Westminster teve que ser revisado para os Americanos, após o estabelecimento nacional da primeira emenda da Constituição dos Estados Unidos.
Os Donatistas não vêem os arranjos de Constantino como uma vitória para o Cristianismo, mas como uma perversão dos ensinamentos das Escrituras, e verdadeiramente como a "a queda da igreja." Nos tempos da Reforma 1.200 anos depois, os Anabatistas não teriam nada a fazer com uma igreja estadual. Esta é uma das principais razões da sua separação de Calvino, Lutero e outros Reformadores. Os Reformadores, as vezes, se referem aos Anabatistas como sendo Donatistas ou Neo-Donatistas, por causa que os Donatistas se opuseram a este casamento da igreja e o estado, 1.200 anos antes da Reforma.
Os Batistas crêem com o Novo Testamento que o magistrado civil não tenha nenhum direito a requerer a nossa forma de religião e punir-nos por não seguir a religião que ele estipule. Os Batistas crêem que o Senhor Jesus Cristo é o Senhor da igreja e o Senhor do Estado, mas Ele não faz com que o estado reja a igreja, tampouco a igreja reja o estado. Nós cremos que o estado não pode nunca forçar os homens a acreditarem na verdade. Apenas o trabalho regenerador do Espírito Santo pode induzir os homens a fazer isto. Os Batistas crêem que os Cristãos são cidadãos de dois reinados: um reino terrestre que é regido pelos homens, para ambos salvos e não salvos, e um reino celeste regido pelo Senhor Jesus Cristo. Nós baseamos isto, em parte, nas palavras do nosso Senhor em Mateus 22:17 e 21. Para os Batistas, a igreja e o mundo são basicamente separados e antagonistas uns aos outros. Os Batistas não pensam e nem desejam em unir os dois, e os Batistas nunca tiveram uma religião estadual em lugar nenhum. A atitude na qual uma pessoa toma diante os arranjos de Constantino revela se esta é Reformada ou Batista, e em que crê sobre a igreja. As pessoas Reformadas vêem na mudança de Constantino uma vitória para o Cristianismo. Os Batistas vêem-na como a queda da igreja. É evidente que os Reformadores não creram no seu lema Sola Scriptura quando necessitava a renúncia dos arranjos de Constantino nos tempos da reforma.
Quarto: não é apropriado chamar os Batistas de Reformados
 
POR CAUSA DO QUE OS BATISTAS ACREDITAM SOBRE O BATISMO
 
Os Reformadores praticam o batismo pela aspersão do mesmo modo que faz a Igreja Católica. Eles trouxeram consigo esta prática, alheia às Escrituras, do próprio Catolicismo. Nos tempos da Reforma, e, até os dias de hoje, os Reformadores admitem que a imersão foi a prática das igrejas do Novo Testamento, mas, de qualquer maneira, eles praticam o batismo pela aspersão. As pessoas Reformadas nos dizem que o batismo pela aspersão é tão bom quanto o pelo imersão, mas os Batistas perguntam: "Por favor, pode mostrar isto nas Escrituras?" Os Reformadores praticam o batismo infantil. Eles trouxeram isto da Igreja Católica. As pessoas Reformadas dizem que todos os pais Cristãos devem ter seus filhos batizados pela aspersão. Os Batistas perguntam: "Por favor, pode mostrar isto nas Escrituras?" Não encontram-se vestígios nenhum de batismo infantil no Novo Testamento. Segundo às Escrituras, o batismo do Novo Testamento é um batismo adulto. Nada mais claramente se divirja do Novo Testamento do que o batismo infantil. Os Batistas rejeitaram estes erros, e insistiram somente no batismo dos crentes e o batismo por imersão, e nós não iremos aceitar o batismo pela aspersão ou o batismo de criancinhas como batismos bíblicos. Os Batistas mandam que aqueles que chegam, desejando unir-se a nós, vindos de denominações Reformadas que praticam estes erros, sejam batizados novamente, ou batizados segundo às Escrituras. Foi através disto que nós levamos o nome de Anabatistas. O nome significa Re-batizadores. Mais tarde, o nome foi simplesmente abreviado para Batistas.
Finalmente, não é apropriado chamar os Batistas de Reformados 
 
POR CAUSA DO MODO NÃO CRISTÃO QUE OS REFORMADOS TÊM SE REFERIDO AOS BATISTAS, ATRAVÉS DOS SÉCULOS.
 
A história dos Batistas é uma história escrita em sangue. Eles sofreram terrivelmente, não só sob a tirania Católica Romana antes da Reforma, eles foram igualmente perseguidos e abatidos pelos Protestantes Reformadores. Os Reformadores verdadeiramente odiaram os Batistas por causa que os Batistas insistiram que a única regra de fé e prática para as igrejas fosse a Palavra de Deus. Os Reformadores não puderam rebater isto, e o que eles não puderam combater com argumentos, eles procuraram destruir com a força. Os Reformadores desencadearam uma perseguição amarga e sangrenta aos Batistas por causa da insistência dos Batistas numa aplicação consistente da Sola Scriptura à igreja e ao batismo. A história mostra que os líderes Reformadores verteram o sangue Batista tão livremente quanto fizeram os Católicos Romanos, uma vez que eles conseguiram o poder para forçar seus editais. Calvino, por si só, tinha muitas coisas amargas a dizer dos Anabatistas, os chamando de homens loucos e furiosos, espíritos frenéticos, homens dementes e bárbaros, idiotas e ignorantes. Ele chamou os ensinamentos Batista de sonhos delirantes, estúpidos, doidos varridos e de vômitos de bêbado. Em seu trabalho intitulado "Contra os Anabatistas", Calvino disse, "Por último, como um bêbado, após ter esvaziado de seu estômago com um arroto o odor desagradável que fomentou o seu estômago, assim mesmo estes homens maus, após terem menosprezado este santo religião, a qual o Senhor tem honrado tanto, finalmente, com uma garganta aberta vomita suas blasfêmias grandemente deformadas." Tomas Armitage, o historiador Batista, refere-se a estas definições de Calvino e os outros Reformadores como "Artimanhas Anti-Batistas." Os Batistas não fizeram parte da Reforma. Eles eram vítimas dela. Os Batistas crêem que, segundo às Escrituras, toda perseguição para apoiar a religião é radicalmente errada, e é fato que os Batistas nunca perseguiram outras pessoas, mas que sempre foram perseguidos por elas.
Então, os Batistas são Reformados? A resposta, tanto da Palavra de Deus quanto da história é, Não, os Batistas não são Reformados, e quando, um Batista identifica-se como Reformado, ele está dizendo algo que ele não quer realmente dizer. As conotações do termo Reformado sugerem posições teológicas que são contrárias à posição Batista. Esperançosamente, a maioria dos Batistas que se chamam de Reformados, queiram dizer somente que eles têm a mesma opinião sobre a salvação quanto os Reformadores. Eles crêem nas doutrinas da Graça Soberana de Deus. Alguns dos Batistas hoje em dia chegaram a ver as doutrinas bíblicas da graça através da leitura dos Reformadores e Puritanos. Ao fazer isto, eles também aspiraram os ensinamentos Reformadores relacionados à igreja. Os Batistas devem aceitar as doutrinas da Graça de Deus, mas, ao mesmo tempo, devem rejeitar os ensinamentos Reformados sobre a igreja, os quais não são baseados na Palavra de Deus. Pense a respeito! Uma vez que uma pessoa si chama ‘Reformada’, ela esta verdadeiramente reconhecendo uma conexão no passado com a Igreja Católica, porque os Reformadores vieram desta falsa igreja. Por que os Batistas deveriam procurar identificar-se com a aspersão de crianças, enquanto ensinam a imersão como o correto modo de batismo? É difícil de entender como os Batistas que foram odiados e perseguidos por Calvino, Lutero e outros Reformadores, possam agora querer ser chamados de Reformados. Por que deveriam os Batistas identificarem-se com os Reformadores, os quais juntos aos Católicos são os responsáveis pelo sangue de milhares de mártires Batistas? Chamar uma igreja Batista de Reformada é uma confusão para aqueles que conhecem a Palavra de Deus e um pouco de nossa história. O termo "Batista Reformado" é um oxímoro, um termo auto contraditório. Uma pessoa não pode, ao mesmo tempo, ser Reformada e Batista, após a definição das crenças dos Reformados e dos Batistas nesta mensagem. Para encerrar, Eu quero dizer que as Escrituras, em nenhum lugar, chamou a falsa igreja para uma Reforma. Pelo contrário, as Escrituras dizem no Apocalipse 18:4, "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante do seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas."  
 
Autor: Laurence A. Justice

Tradução: Gustavo Stapait 02/02
Revisão: Calvin G. Gardner 03/02
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

sábado, 2 de novembro de 2013

OS FRUTOS DE UM BOM CRISTÃO


 
Texto: Apocalipse 16.5
“Então ouvi o anjo das águas dizer: Justo és tu, ó Senhor, que és e que eras, o Santo, porque julgaste estas coisas;”

Introdução

Lemos dos versos 4 a 7 a terceira taça da ira que afeta os rios e as fontes das águas, transformando-as em sangue. Isso acontecerá por causa da Justiça divina, por causa te todos os mártires da história da humanidade.

Como sabemos, a justiça deve ser de Deus e não nossa, pois o único justo para agir com justiça é o Senhor!

Apresentarei algumas características da justiça do Deus que servimos, o único justo!

1.     Ele não comete iniquidade e Sua justiça é atual

Sofonias 3.5

“O Senhor é justo no meio dela; ele não comete iniquidade; cada manhã traz o seu juízo à luz; nunca falta; mas o perverso não conhece a vergonha.”

Como resultado da adoração de Baal e Moloque, Jerusalém ficou degenerada. Os líderes religiosos viviam em adultério, e ofereciam seus filhos como sacrifício humano a fim de obter o favor dos deuses da natureza (Jr. 19:5; 23:13, 14; 32:35). Jeremias tinha dificuldade em descobrir um homem justo em Jerusalém (Jr. 5:1). Seus líderes civis e religiosos estavam do lado da idolatria e não agiam como porta-vozes de Deus.

O Senhor continuava presente e mantinha um registro das perversidades deles. A bondade seria a porção do justo, mas o castigo seria certo para o perverso.

O Senhor está no meio de nós e a Sua justiça é atual. O mesmo Deus de Jeremias é o nosso! Ele é Fiel e nunca falhará! Conte com esse Deus e receba a sua Justiça.

2.     Ele faz justiça aos oprimidos

Salmos 103.6

“O Senhor faz justiça e juízo a todos os oprimidos.”

Deus não é apenas justo em si mesmo, mas Ele se ocupa ativamente em atos de retidão e justiça em prol das pessoas oprimidas. Ele se comprovou, na história de Israel, ser misericordioso e compassivo. Isto se vê melhor em Sua lentidão para irar-se e punir o Seu povo menos severamente do que ele merece.

Muitas vezes estamos oprimidos em várias ocasiões e situações de nossas vidas.

(Chamar dois voluntários e fazer a simulação de falta de ar)

Opressão:

1.     Ato ou efeito de oprimir.

2.     Efeito da tirania; jugo.

3.     O sentir-se oprimido; peso molesto.

4.     Falta de respiração.

Achei interessante a 4ª definição para a palavra “opressão” e lembrei que tudo precisa respirar para sobreviver, sem respiração / sem vida. Deus é Justo e faz Sua justiça em nossas vidas para que possamos respirar e consequentemente termos vida!

3.     Ele faz justiça sobre os justos

Romanos 2.2

“E bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade sobre os que tais coisas fazem.”

No texto base da nossa mensagem, lemos sobre a justiça de Deus por causa dos mártires e completamos por saber que a justiça Dele é sobre os justos.

Quem são os justos? Os salvos em cristo Jesus.

Romanos 5.1

“TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;”

Os justos são guardados por Deus e é Ele quem faz justiça por nós.

Somos justificados por Cristo, porém somos ainda pecadores, mas mesmo assim, Deus está a nosso favor!

Gálatas 2.17

“Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é porventura Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma.”

Conclusão

Muitas vezes temos opressão até mesmo dos nossos entes queridos ou amigos achegados. Saiba que Deus é quem nos dá força, retidão e justiça!

Ø Se estou oprimido, Ele me ajuda a respirar, alivia meu sofrimento;

Ø Se ando nos Seus caminhos e sou justificado em Cristo, posso contar com Sua justiça.

Que não façamos justiça com as próprias mãos, entregue seus inimigos nas mãos de Deus, pois se são seus inimigos, são inimigos de Deus! Ele cuidará deles por você!

Agora o Dono da Justiça em um acróstico verdadeiro:

Jesus

Unico

Salvador

Todo

Instante

Cuida

Amorosamente

Que o Eterno vos abençoe!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

APRENDENDO COM A FAMILIA DE JESUS

Lucas 2.4-7
4 E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi),5 A fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.6 E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz.7    E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.”

INTRODUÇÃO:
Em muitas mensagens sobre família ouvimos orientações úteis sobre como conviver num lar segundo a vontade de Deus. Quando Deus foi enviar seu Filho ao mundo pensou em um ambiente ideal para sua educação. José e Maria foram o casal escolhido pelo Senhor. Eram pessoas simples do povo, mas viviam de acordo com a vontade de Deus. Contudo, como seria sua vida diária? Qual era o cotidiano daquela família? Embora muitas vezes imaginemos algo extraordinário, na verdade o estilo de vida daquela família era muito comum para o tempo em questão. Não havia nada especial naquela casa além da presença de Deus. Com isso Deus nos mostra que não é necessário ter posses para cumprir a Sua vontade nas famílias. Com essa família aprendemos pelo menos 4 coisas importantes.

I – A composição da família.
A família de Jesus era tradicional espiritualmente, pois de sua família viria o Messias.
A família só pode existir se houver um casal. Encontramos JOSÉ e? MARIA! Uma mulher grávida e um homem cuidadoso.
            A família de Jesus era composta por:
·         José – O cabeça
·         Maria – A serva de Deus
·         Jesus – O Filho do Homem
·         Os irmãos: Tiago, José, Judas, Simão e pelo menos duas irmãs (Mc. 6.3; Mt.13.55; At.1.14; Jd.1.1...)

Jesus teve uma família comum, humanamente falando. Após esperar o nascimento de Jesus, José e Maria tiveram uma vida normal de marido e mulher, pai e mãe com filhos, trabalho e vida doméstica. Mesmo sendo de uma família nobre de sobrenome, eram pobres financeiramente falando (Lucas 2.24), mas Deus supriu suas necessidades financeiras para sustento de seu Filho através dos magos (Mateus 2.11).

II – O suprimento de Deus para a família.
Desde o nascimento de Jesus, Deus mostra o suprimento familiar. O tempo oportuno em que Maria deu à luz se cumpriu exatamente quando ela estava próximo a uma manjedoura.

Não tinha médico de plantão e a Bíblia só relata que ela deus à luz.
Como falei, a família de Jesus era muito pobre financeiramente e Deus sempre supriu as necessidades deles. Jesus não nasceu em um berço de ouro e isso nos mostra a importância que devemos dar nas coisas humildes.

Eles viveram em vários lugares:
·         Belém – Lc.2.13-15
·         Egito – Mt.2.13-15
·         Nazaré – Mt.2.19-23
·         Cafarnaum – Mt.412-17

Em todos esses lugares Deus proveu os recursos para a família!

III – A obediência aos pais.
Jesus era um filho obediente e só deixou a casa de seus pais quando ficou de maior, com 30 anos (Lucas 3.23). Até então se dedicou à família trabalhando com seu pai e ajudando a mãe com seus irmãos. Depois dos trinta anos começou seu ministério e vida própria sem, contudo perder o contato com os familiares. Como primogênito tinha a obrigação de cuidar da mãe e irmãs, por isso, mesmo durante seu ministério manteve sua responsabilidade de ajudar a família e quando ainda estava na cruz transferiu seu compromisso para um discípulo cuidar de sua mãe em sua ausência terrena (João 19.26,27).

Assim como Jesus, os filhos devem obedecer os pais! Isso é caráter cristão!

IV – O apoio doméstico.
Jesus só recebeu o apoio de seus irmãos Judas e Tiago que se tornaram seus discípulos e apóstolos (Judas 1.1).

O apoio doméstico nem sempre acontece, mas devemos saber o que fazer a vontade de Deus é mais importante que tudo e quando servimos a Deus, os nossos familiares comprometidos com o Reino de Deus juntam-se a nós.

Não espere ter apoio para servir ao Senhor!

CONCLUSÃO:
Jesus viveu uma vida comum de maneira extraordinária. Enfrentou o frio, calor, fome, cansaço e perigos do dia a dia. A única coisa humana que Jesus nunca fez foi pecar (Hebreus 4.15). Foi um bom filho, bom estudante, bom profissional, amigo excelente e responsável em tudo.

Se a família em que Jesus viveu foi uma família normal, então Ele pode também fazer parte de sua família, porque “eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3.20). Deixe Jesus entrar em sua casa!
Graças a aliança incondicional de Jesus para com a humanidade é que nossa dívida da separação de Deus foi paga “De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador.” Heb.7.22

Que possamos aprender com Jesus e sua família...

Que Deus abençoe!
Ricardo Hilário

sexta-feira, 10 de maio de 2013

AVIVAMENTO É NECESSÁRIO!



Texto: Habacuque 3:2
“Ouvi, Senhor, a tua palavra, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia”.


INTRODUÇÃO:
A palavra avivar significa: “tornar mais vivo; realçar; despertar; fomentar; reanimar-se; aumentar; vivificar.”
Também pode se referir ao esquentar-se do frio, ou aquecer-se. Este é o sentido também em que a palavra é usada no meio cristão. A expressão avivamento se tornou o objetivo do cristianismo. Avivamento é a manifestação operada pelo Espírito Santo entre os salvos, tornando-os mais próximos do Senhor.
Na Coréia do Sul, em 1987, houve um grande avivamento. Dos 40 milhões de habitantes, 10 milhões foram salvos, 15 igrejas eram fundadas por dia.
  • O que aconteceu com estes povos para que experimentassem o avivamento?
  • Seria possível um avivamento também em nosso meio?
  • O que é necessário para que ocorra um avivamento?

Para um verdadeiro avivamento temos algumas exigências:

I – A igreja precisa de um clamor e busca do objetivo em ORAÇÃO.

II Crônicas 7:14

“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”.

A-  A importância da oração.
Grandes homens de Deus se tornaram grandes porque se humilharam perante Deus em oração.
A oração é a primazia do avivamento.
A oração é muito importante e não deve ficar de fora no processo de crescimento e avivamento do povo de Deus!

Conta-se a história de um soldado que se ofereceu para atravessar o campo de batalha para resgatar um colega seu baleado. No entanto, ele disse que somente iria às 09h.
Às 09h, ele foi, e, sem levar um só tiro, trouxe o seu amigo ferido.
Curiosos, seus amigos perguntaram-lhe qual era o segredo.
Ele então lhes explicou que, antes de partir para a guerra, sua mãe havia lhe dito que, todos os dias, às 09h, estaria orando por ele.

Sem oração no nosso meio, não haverá avivamento; não teremos cultos abençoados se o povo não estiver orando; não teremos um pastor em nossa congregação se não orarmos; não nos organizaremos igreja enquanto não houver oração neste sentido; não teremos “casa cheia” com pessoas em pé enquanto não houver oração!

B-  O motivo da oração.
A oração deve ter como propósito engrandecer a Deus, bem como levar os homens à humilhação diante de Deus.
Através da oração confessamos os nossos pecados e alcançarmos o perdão divino.
Uma vida de pecados é que nos impede de mantermos uma vida de oração.
A oração é o combustível para nosso espírito!
Sem uma oração para a conversão dos maus caminhos não haverá avivamento.
Sem oração, nós nos tornamos espiritualmente enfraquecidos.

Quantas vezes você tem orado pelo culto?
Você tem orado pelo mensageiro do Senhor para pregar com poder?
Quanto tempo você investe em oração em sua semana?

Não diga que não tem tido tempo para orar; reserve um tempo para isso!

Nunca saberemos o que é um avivamento se não mantivermos uma vida de oração.

II – A igreja precisa investir seu tempo em preparação para a PROPAGAÇÃO do Evangelho.

II Timóteo 4:2

“Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo. Redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.”

A- Usando os meios de comunicação.

Um missionário chegou a uma aldeia afastada e lá havia um bar com uma placa da Coca-Cola.
Perguntou a um nativo se já havia ouvido falar sobre Jesus, e ele perguntou:
É uma outra marca de refrigerante?

A Coca-Cola é mais conhecida no mundo que o Senhor Jesus Cristo, isto porque eles investiram milhões de dólares em propaganda.

Quanto temos investido para propagar o nome de Jesus?

Nunca houve tantos avanços nos meios de comunicação. Vivemos a era da informação rápida, a internet com banda larga ou wireless (sem fio), o celular, os palms, os e-mails, os sites, os out-doors, revistas, jornais diários, etc.
A linguagem é rápida e colorida.

Como manter vivo o evangelho diante desta dinâmica forma de comunicação dos nossos dias?
Se as propagandas se ajustaram às condições modernas, por que não aprendermos com isto?
Por que não nos esforçamos para propagar o evangelho aos quatro cantos do mundo?
Além dos meios de comunicação, é preciso também observamos os valores culturais de cada povo para alcançarmos mais pessoas com o evangelho, precisamos conhecer o povo e a sua cultura para termos condições para testemunhar.
Não podemos permitir que barreiras culturais impeçam a propagação do evangelho que é supra-cultural.

O evangelho precisa ser propagado para que haja um verdadeiro avivamento no meio cristão.

B- Estabelecendo estratégias.

É necessário fixar com clareza os nossos alvos. O mundo e o nosso bairro devem ser alcançados simultaneamente.
Assim, enquanto evangelizamos os nosso vizinhos, devemos investir nos missionários que estão no mundo afora estabelecendo igrejas.
Evangelismo e Missões são dois ministérios paralelos e não alternados.
O avivamento acontece quando o evangelho chega a um povo. Com a chegada desta mensagem de boas novas, vidas começam a ser transformadas, sendo tiradas dos laços do inimigo. Como reflexo, o povo de Deus é fortalecido ao ver almas sendo salvas.

Sem propagação do evangelho não pode haver avivamento.

III – A igreja precisa buscar a SANTIFICAÇÃO para ter um avivamento.

II Coríntios 7:1

“Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus”.

A-     UMA EXIGÊNCIA DIVINA.
Deus é puro e quer que estejamos próximos dele. Deus ordenou que nos tornássemos santos como ele é santo. Levítico 20:7 “Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o SENHOR vosso Deus”.
Somente com vidas santificadas é que podemos ser úteis para o Senhor. Deus não pode usar vidas sujas em sua obra. II Timóteo 2:21 “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra”.
Isso não é uma mera formalidade humana, mas uma exigência divina.

B-      UMA DECISÃO HUMANA.
A Igreja da Coréia foi marcada pela sua pureza, pois aqueles crentes decidiram se tornar puros de idolatria, puros de imoralidade, etc.

É verdade que é Deus quem nos santifica, através da ação do Espírito Santo, pela sua Santa Palavra. João 17:17 “Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade” mas a decisão é nossa.

Deus respeita nossas decisões, por causa do nosso livre-arbítrio. Quando decidimos viver sob o princípio do temor do Senhor, começamos então a termos vidas separadas para Ele.
A santidade não é algo que passamos a fazer, mas coisas que deixamos de fazer:
a-   Deixamos de decidir por nossa conta, aguardando a direção de Deus.
b-   Deixamos de satisfazer os desejos de nossa carne e nos interessamos em agradar a Cristo.
c-    Deixamos aquilo que nos contamina e nos separa de Deus.
d-   E passamos a ser guiados pelo Espírito Santo de Deus.

Esta é a santificação. Com vidas imundas jamais saberemos o que é um avivamento.

IV – A igreja precisa praticar a ADORAÇÃO para um avivamento de verdade.

Salmo 138:1

“Eu te louvarei, de todo o meu coração; na presença dos deuses a ti cantarei louvores”.

A-     ATRAVÉS DE UM LOUVOR GENUÍNO.
Quando o louvor está correto, o avivamento está próximo. É esse o motivo de tanta exigência por parte de Deus e transmitida por mim.
A verdadeira adoração tem princípios bíblicos, não vem de um mero interesse definido pela platéia. Estes princípios são claros na Bíblia.

Jesus definiu quem eram os verdadeiros adoradores. João 4:23 “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. São aqueles que O adoram em espírito e em verdade. Não pode, portanto, ser um louvor frio e apenas exteriorizado. Deve ser algo que brote de nossos corações. Nem pode ter como base uma corinhologia falsa, sem mensagem, comum nos lourvorzões das igrejas.
Na adoração deve haver verdades e princípios bíblicos envolvidos. Paulo chama este louvor genuíno de “cânticos espirituais”. E são cantados “ao Senhor” e não aos homens. Efésios 5:19 “Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração;“ Colossenses 3:16 “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração”.

 O avivamento estará próximo quando cantarmos aquilo que agrada ao Senhor.

B-      ATRAVÉS DE UM LOUVOR CONSTANTE.
Discipline-se a louvar ao Senhor em qualquer situação, tanto por problemas quanto por bênçãos. I Tessalonicenses 5:18 “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”. Comece a louvá-LO todos os dias e o dia inteiro. Não espere para louvar ao Senhor somente quando estiver dentro da igreja ou no banheiro.
A nossa adoração a Deus deve preceder todos os nossos atos. E nem é somente cantando que louvamos ao Senhor.

Na Coréia, um homem organizou um time esportivo com o nome de Aleluia. Ele também ficou conhecido como Aleluia Joy.

Se não houver um genuíno e constante louvor ao Senhor, jamais haverá um avivamento do Senhor. É no meio dos louvores que Deus habita. Salmo 22:3 “Porém tu és santo, tu que habitas entre os louvores de Israel”. Quando louvamos ao Senhor de verdade, parece que o céu baixa aqui na terra e o povo treme. II Crônicas 5:13-14 “E aconteceu que, quando eles uniformemente tocavam as trombetas, e cantavam, para fazerem ouvir uma só voz, bendizendo e louvando ao SENHOR; e levantando eles a voz com trombetas, címbalos, e outros instrumentos musicais, e louvando ao SENHOR, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre, então a casa se encheu de uma nuvem, a saber, a casa do SENHOR; E os sacerdotes não podiam permanecer em pé, para ministrar, por causa da nuvem; porque a glória do SENHOR encheu a casa de Deus.”
E se o céu baixasse aqui neste culto agora, como você reagiria?

Quando o louvor agrada ao Senhor, o avivamento está próximo.

V – A igreja precisa estar preparada para a PERSEGUIÇÃO.

II Timóteo 3:12

“E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições”.

A-     POR VIVER A PALAVRA DE DEUS.
Não pode haver um avivamento sem que haja uma decisão pessoal de se viver conforme a Bíblia ensina. Não adianta apenas sermos ouvintes, e sim praticantes da Palavra. Tiago 1:22 “E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos”.


É preciso vivê-la. Quando passamos a viver a Palavra de Deus é provável que seremos chamados de fanáticos pelo mundo, afinal, o mundo não aceita completamente o verdadeiro cristão.
Jesus, em João 17, orou para que tivéssemos vitórias sobre os problemas que o mundo nos causaria pelo fato de não sermos deste mundo. João 17:15-16 “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou.”
A nossa pátria é celestial, e não terrena. Quando passamos a viver como cidadãos dos céus aqui na terra, o mundo vai ficar incomodado conosco.
Um crente que não envergonha o evangelho de Cristo vai ser perseguido neste mundo. Não haverá perseguições aos cristãos que fizeram pactos sujos com este mundo vil e tornam-se “farinha do mesmo saco”.

A perseguição sempre esteve presente quando houve avivamento na história do cristianismo.

CONCLUSÃO:
Estamos vivendo o final dos tempos. Em Apocalipse, lemos no cap. 3:16, sobre a Igreja de Laodicéia.
Dela, o Senhor Jesus disse que estava pronto para vomitá-la de sua boca. Apocalipse 3:16 “Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca”.
A razão era porque a igreja era morna. Nem fria e nem quente. Esta tem sido a temperatura de nossas igrejas e vidas cristãs.
Muitos crentes não querem compromisso com o Senhor. Não oram, não evangelizam, têm vidas imundas, louvores apenas de boca e são amigos do mundo. Em conseqüência, o evangelho tem se restringido a poucos lugares.

Aviva-nos, Senhor!

O versículo inicial de Habacuque diz: “Ouvi, Senhor, a Tua Palavra, e temi, ...”

Não te causa temor ouvir a Palavra de Deus?

Que o temor ao Senhor e à Sua Santa Palavra nos leve ao avivamento