terça-feira, 30 de março de 2010

MEIA NOITE NO JARDIM.


Já vimos um retrato de Cristo e também a última ceia.
Nessa ocasião o traidor já havia saído. Jesus e seus onze então, caminharam pelas ruas de Jerusalém, saindo por um dos portões da cidade, passaram pelos degraus do lado sul do templo de Herodes, e desceram pelo Vale do Cedrom, seguindo em direção ao Monte das Oliveiras, para chegar ao escuro e silencioso bosque de oliveira chamado Getsêmani.
Getsêmani é uma palavra hebraica que significa “fábrica de óleo”. Aparentemente, havia próximo a esse local uma fábrica onde se prensavam azeitonas para obtenção do azeite.
Estudiosos do N.T. acreditam que Jesus e seus discípulos devem ter chegado ali por volta de meia-noite e uma da madrugada.

& Jesus pediu para 8 de seus discípulos sentarem e esperarem, e chamou Pedro, Tiago e João. (Mc. 14: 33, 34)
& Em nenhum outro trecho da Bíblia vemos tão nitidamente a humanidade de Cristo quando ele faz da sua aflição a tristeza;

O CAMINHO DA SUBMISSÃO

& Jesus aconselhou os 8 discípulos e vigiarem, em seguida foi um pouco além deles, prostrou-se em terra e começou a orar;
& Em sua oração Jesus pediu que fosse afastado dele aqueles momentos que viriam. Ele usou também palavras termos familiares quando se dirigiu ao Pai, como: “Se for possível, afasta essa hora” ou “Aba, Pai”;
& Neste momento, o Filho de Deus, totalmente inocente e sem pecado, encarou e aceitou o sofrimento e a morte que o aguardavam;
& Na sua oração, Cristo pede algo que é muito usado por todos nós hoje, em nossas orações: “Não seja o que eu quero, mas sim o que tu queres”;
& Leia Marcos 14: 37-42;
& Os discípulos teriam aprendido uma lição grandiosa da submissão de Jesus que orou três vezes, dizendo: “Não a minha vontade mas a sua”, se não estivessem dormindo;
& Sabe por que Jesus se dirigiu a Pedro quando desceu do monte? Porque logo depois da da refeição da Páscoa, Pedro, cheio de boas intenções, havia dito ao Mestre, “ainda que todos te abandonem, eu não o abandonarei” (Mc 14: 29). Por isso ele se dirigiu a Pedro, o mesmo que havia dito, “Eu nunca o abandonarei”, e perguntou, “Simão, você está dormindo?.”
& Antes Jesus disse: “Vigiai”, agora ele diz: “Vigiai e Orai”;

Jeremias nos dá uma visão interessante de como devemos fortalecer nossas almas quando tudo vai bem de forma que quando a situação ficar ruim saibamos lidar com ela.

“Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, então como poderás competir com cavalos?
Se foges numa terra de paz, como hás de fazer na soberba do Jordão?” (Jr. 12: 5)

& Jesus saiu d jardim para enfrentar seu traidor, Judas, e a multidão hostil. Então, sob a luz das tochas, Ele é levado como prisioneiro.

MOMENTO DE DECISÃO

O Senhor nos faz passar por pelo menos quatro estágios durante o processo de nos levar a uma completa rendição.
1. Todos nós precisamos atravessar a escuridão de nosso próprio Getsêmani;
2. Durante o tempo que permanecermos ali, devemos enfrentar nossa própria angústia;
3. Nos momentos de angústia, devemos abrir mão de nossa própria vontade: e
4. Tendo aceitado a vontade de Deus sobre nossa vida, estamos prontos para encarar nosso próprio Calvário;
“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me.” (Lc. 9:23)
Que Deus abençoe!
Ricardo Hilário


Aula com texto baseado no livro "As trevas e o amanhecer" de Charles R. Swindoll.

sexta-feira, 26 de março de 2010

FÁBULA DO PORCO-ESPINHO.

"Com toda a humildade e mansidão, com longaminidade, suportando-vos uns aos outros em amor,"
Efésios 4.32




















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Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelado, então precisavam fazer uma escolha: Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.

Moral da História:
O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.

Autor desconhecido

quinta-feira, 18 de março de 2010

O CÁLICE DO SOFRIMENTO.

Aproximava-se a festa dos pães ázimos, que se chama a páscoa.
E os principais sacerdotes e os escribas andavam procurando um modo de o matar; pois temiam o Povo. Ora, chegou o dia dos pães ázimos, em que se devia imolar a páscoa;
e Jesus enviou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos. (Lc. 22: 1,2,7 e 8)

Quando os hebreus estavam no Egito, Deus chamou Moisés para liberá-los em fuga da escravidão para a Terra Prometida. Na noite daquele grande êxodo, Deus disse a seu servo, “Moisés, dê as seguintes instruções aos hebreus. Diga que cada casa escolha um cordeiro perfeito – sem manchas, cicatrizes ou imperfeições. Eles devem tomar essa cordeiro sem mancha, matá-lo do modo como especifiquei e derramar o sangue numa panela. Peguem esse sangue e espalhem nos batentes das portas de suas casas. Pois à noite, Moisés, o Anjo do Senhor visitará o Egito. Nas casas em que ele vir o sangue na porta, ele passará sobre esse lar e o deixará intocado. Mas se não encontrar o sangue, a morte entrará naquela casa e o filho mais velho morrerá. Não haverá exceções, Moisés. O Destruidor passará e não tocará somente quando vir o sangue” (Êx. 12:12, 13 e 29).
Esse evento deu início à mais importante de todas as celebrações dos judeus: a Páscoa. Deus deixou claro que eles deveriam relembrar essa noite notável dali por diante; e ao fazerem isso, deveriam explicar seu significado a seus filhos. Essa refeição se tornou, daquele dia em diante, a mais importante celebração dos judeus.

ONDE ELES ESTAVAM – Lc. 22: 8-13

& Observe que Jesus não envia Pedro e João a um endereço específico. Ele não deu a eles nenhum número de casa, nenhum nome de rua, nem mesmo uma região na cidade de Jerusalém. Ele simplesmente disse a eles para procurarem um homem carregando água;

O QUE FIZERAM – Lc. 22: 13

& Êx. 12 nos mostra as Leis referentes ao preparo e celebração da Páscoa;
& Este texto fala sobre o sacrifício e preparo do cordeiro pascal (v. 6), a obrigação de comer o cordeiro (v.8), a proibição contra deixar qualquer resto do cordeiro (v. 10), a exigência para comer o matzah (pão sem fermento) durante a Páscoa (v. 18) e a obrigação de contar as crianças a história da libertação do Egito (13: 8);
& Os discípulos fizeram precisamente como Jesus havia lhes ordenado. Eles encontraram o lugar adequado e prepararam os ingredientes necessários para a Páscoa.

A ÚLTIMA REFEIÇÃO – Lc. 22: 14 – 18 e Mt. 26: 26-29

& O quadro de Leonardo da Vinci, titulado como “A ÚLTIMA CEIA” prestou um grande desserviço ao cristianismo;
& Os discípulos já tinham celebrado com Jesus outras Páscoas, mas eles nunca tinham participado do que nós chamamos hoje de a “Mesa do Senhor” ou “A Ceia do Senhor”;
& Jesus então partiu o pão ázimo, inclinou a cabeça e orou. Depois disse: “Comam, esse é o meu corpo”; (Meu corpo?)

O tempo deles juntos chegara ao fim. Jesus estava dizendo, “Vocês nunca celebrarão outra Páscoa comigo. Mas virá um dia quando nós celebraremos juntos no Reino de meu Pai, na presença dEle.”
Portanto, todas as vezes que participamos da Mesa do Senhor, devemos dar graças por nosso Salvador tr dado graças por nós e por Ele ter sid compelido pelo amor a levar aquela cruz. Quando seguramos o cálice próximos de nossos lábios, em memória ao que Ele fez por nós, podemos provar e ver que o Senhor é bom. Pense no significado desse ato. Não devemos simplesmente sentir, ler, ouvir ou ler, mas levar para dentro de nossos próprios corpos a experiência do sacrifício do nosso Salvador.

EXEMPLO DE OBEDIÊNCIA – Lc. 22: 39

& Jesus não podia pagar o preço pelo nosso pecado se ficasse escondido na segurança da sala superior, e nós também não podemos permanecer na segurança de nossas Igrejas. Devemos sair pelo mundo, diariamente, pois assim a presença de Jesus Cristo em nossas vidas produzirá em nós amor, tolerância e habilidade para sermos únicos, mesmo em um mundo hostil, desesperado e cheio de ódio.


Aula com texto baseado no livro "As trevas e o amanhecer" de Charles R. Swindoll.

terça-feira, 16 de março de 2010

O SALVADOR SOFREDOR.

Shalom, meus caros amigos e blogueiros!

Depois de colocar uma sequência de estudos sobre a vida de Davi, estou agora, postando uma sequência sobre as últimas horas de Cristo, antes de ser cruscificado.
Este é o primeiro de onze.


Espero que venha ser útil em suas devocionais e, se você é professor de Escola Bíblica Dominical, segue uma dica de matéria.

Que Deus abençoe!!!

Ricardo Hilário.



A sombra do sofrimento paira sobre todos os caminhos. Mesmo aquele que deixou o céu quando veio viver entre nós foi inseparavelmente ligado àquela sombra. Como um dos seus próprios seguidores mais tarde escreveu: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (João 1: 11).

O Antigo Testamento nos dá um impressionante retrato da sombra da cruz. Mesmo escrevendo cerca de sete séculos antes de Jesus nascer, Isaías profetizou vividamente o sofrimento do Salvador e sua morte. Ao examinar este retrato, vemos Cristo sob três perspectivas:

1) Como os homens o viram (Is. 53: 1-3);

& Pelo que as Escrituras sugerem, sua aparência física não devia causar grande impressão. Ele provavelmente não era alto, moreno e bonito. Como disse o profeta, o Messias prometido “nada tinha em sua aparência para que o desejássemos”. Ele não tinha esplendor ou elegância – nem era uma figura grandiosa ou majestosa.
& Em vez disso, “Ele cresceu ... como um broto tenro”
& Ele apareceu “como uma raiz saída de uma terra seca”
& Não tinha “qualquer beleza ou majestade que nos atraísse”
& “Foi desprezado e rejeitado”
& “ Um homem de dores e experimentado no sofrimento, de quem os homens escondem o rosto”

Já vimos qual a imagem que homens e mulheres tinham de Jesus, e como seu próprio povo, os judeus, o viam. Mas qual a perspectiva de Deus sobre seu próprio Filho? Isaías descreve da seguinte maneira:

2) Como Deus o viu (Is. 53; 4-6); e

& Deus via Jesus como nosso substituto. Deus também via o sofrimento de seu filho como parte de sua soberana vontade. O sofrimento do Salvador o agradou.
& Ele descreve os sofrimentos de seu Filho em termos vívidos: “enfermidades”, “doenças”, “castigo”, “atingido”, “afligido”, “transpassado”, “esmagado”, “castigo”, “feridas”... Deus colocou sobre seu Filho toda nossa iniquidade e nos fornece um quadro claro do que isso significou para Ele, o Deus Pai.

O povo desprezou-o pela sua aparência. O Pai enxergava-o como Substituto Sofredor. Mas, como Cristo via a si mesmo?

3) Como Ele viu a si mesmo (Is. 53: 7-9).

& Oprimido = “ser duramente apertado, empurrado, atormentado, cobrado”
& Afligido = “ser dobrado para baixo, fazer abaixar, ser forçado a submeter-se”
& (v.10) – Jesus não foi assassinado. Ele entregou sua vida voluntariamente.


O que o Pai preparou para você é o mesmo que preparou para seu Filho. Dificilmente Deus pode usar alguém grandemente sem que o tenha ferido profundamente. Se vamos ser moldados à imagem de Cristo, então deveríamos estar preparados para a realidade dessa imagem. Devemos estar preparados para sofrer e, de fato, morrer (para si) antes de podermos viver a vida que nosso Salvador planejou para nós.
A sombra do sofrimento incide sobre todo caminho, inclusive o seu. Mas a beleza dessas sombras escuras e das cores esmaecidas está no resultado, pois durante o processo nos tornamos mais como Cristo.


Aula com texto baseado no livro "As trevas e o amanhecer" de Charles R. Swindoll.

quinta-feira, 4 de março de 2010

CONVITE AO LOUVOR


Graça e Paz Amados!

É com muita alegria que nós da Primeira Igreja Batista Bíblica no Jd. Pérola II, convidamos os irmãos leitores e blogueiros, à estarem conosco no dia 10/04/2010 ás 19h30, para compartilhar de um culto de louvor e gratidão a Deus.

Acreditamos que esse dia será de grande importância nas nossas vidas e gostaríamos de tê-los conosco, compartilhando das bênçãos e desafios vindos através dos louvores e da comunhão.

Ficamos no anseio de vê-los nesse dia !

Que a Glória, Honra e louvor, sejam somente a Deus.

No amor de Cristo.
PIBB Jd. Pérola II
Rua André Lombarde, 32
Jd. Pérola II - Cd. Tiradentes
São Paulo - SP
Ricardo Hilário
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quarta-feira, 3 de março de 2010

"DESCANSO NO COLO"


"Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asasencontras refúgio"
(Salmos 91:4).

Um adolescente engenhoso, cansado de ler para sua pequenairmã dormir, decidiu gravar várias de suas históriasfavoritas em fita. Então ele lhe disse:
"Agora você podeouvir suas histórias preferidas a qualquer hora que desejar.
Isso não é maravilhoso?" Ela olhou para o gravador poralguns instantes e respondeu: "Não, não tem um colo".
Todos nós precisamos de um colo. Todos nós precisamos de umaconchego. Todos nós desejamos saber que somos amados.
Como temos nos sentido neste mundo em que vivemos? Muitasvezes a nossa resposta é: sós -- mesmo rodeados de pessoas.
Precisamos de carinho, de um ombro para chorar nos momentosde aflição, de um rosto sorridente ao nosso lado, quando queremos compartilhar as grandes conquistas, de uma mão parasegurar quando o caminho a seguir parece íngreme e perigoso.
Todos nós necessitamos de uma pessoa em quem possamosconfiar. Alguém que jamais nos deixará abandonados. Um amigoque estará ao nosso lado em qualquer situação. Que sempreterá uma palavra de consolo e estímulo. Um amigo verdadeiroque, nas horas mais difíceis, nos tomará no colo e nos dirá:
"Eu sempre estarei aqui... nunca lhe virarei as costas".
A menina de nossa ilustração buscava, todas as noites, não apenas uma história que a fizesse dormir, mas um colo ondese sentiria abrigada, um carinho para deixá-la tranquila, um beijo de boa noite. A história era apenas uma desculpa deseu verdadeiro motivo...
E não acontece o mesmo conosco? Queremos uma mão parasegurar, um ombro para recostar a cabeça, um colo para nosaconchegar... queremos, na realidade, estar junto a Jesus,nosso Amigo, nosso companheiro de todas as horas, nosso Salvador, a fonte de nossas bênçãos.
Quando nos acolhemos nos braços de nosso Senhor, a noite é erena, o sono é agradável, o descanso é real. Acordamos envoltos em paz, com as forças renovadas, com a féfortalecida.
É muito bom saber tudo a respeito de Cristo, mas, o melhor époder repousar em Seu colo.
TRANSCRITO; de Pr. Roberto Barbosa
Que Deus abençoe!
Ricardo Hilário

UFA!!! QUE CORRERIA...

Amados; logo estarei retomando as postagens...
Passo por um momento de transição proficional e peço a compreensão de todos!

Certo disso, desde já agradeço o prestígio!

Amplexos a todos...

Que Deus abençoe!!!

Ricardo Hilário