segunda-feira, 16 de abril de 2012

A VITÓRIA DA FÉ!


“ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.” Hebreus 11.1
 
 CHEQUE EM BRANCO
John McNeil, pastor nas ilhas britânicas, relata que certa vez pastoreou uma igreja que tinha pesadas dívidas. Isso o preocupava, e ele orou muito a respeito.
Certo dia um estranho foi ao seu escritório e disse-lhe que tinha conhecimento da dívida da igreja e se ofereceu para ajudar.
A seguir, deixou um cheque em branco sobre a escrivaninha do pastor e o instruiu a levantar o valor exato da dívida e preencher cheque na quantia necessária, prometendo retornar mais tarde para assinar o cheque.
O pastor não podia crer no que acabara de ouvir. Depois que o desconhecido partiu, ele começou a racionalizar: "Isso não pode ser  verdade. Será que esse homem entende que nossa dívida chega a milhares de libras? Duvido que pagasse tudo, se soubesse o total. Mas, ele me mandou colocar o valor completo. Não, isso  seria injusto; seria querer tirar vantagem. Vou  colocar só a metade do valor." E foi o que ele fez.
Quando o estranho retornou, assinou o cheque sem hesitar. Obviamente estava falando sério.
O benfeitor da igreja era um filantropo muito rico. Quando o pastor entendeu que o homem era plenamente capaz de cobrir a dívida, desejou ter escrito o valor total que a igreja devia, mas era tarde demais...

A fé faz com que:

1.    Acreditemos que receberemos o que pedimos: “Peça-a, porém, com fé, não duvidando; pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa, homem vacilante que é, e inconstante em todos os seus caminhos"  Tiago 1.6-8.

O pedido deve ser feito com fé, em nada duvidando. O homem que vai a Deus com o seu pedido deve estar certo de que quer o que pede. Tiago compara um homem que duvida com a onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Tal homem "não pode esperar nada de Deus" (Phillips). Ele é um homem de ânimo dobre, isto é, um homem de fidelidade dividida. Ele faz reservas mentais sobre a oração em si mesma e sobre o que pede de Deus.

2.    Acreditemos que ainda que tudo pareça estar mau, o Senhor é conosco e nos ajuda: “Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de corda).” Habacuque 3.17-19

A menção da figueira, da videira, da oliveira, dos cereais e dos rebanhos abrange toda a linha dos produtos agrícolas dos quais a nação dependia. Presumivelmente a razão para o fracasso das colheitas fosse à invasão caldéia. As tropas inimigas não só acabavam com a terra, mas com frequência e deliberadamente destruíam árvores e colheitas. Uma antiga crônica egípcia gaba-se de que os soldados egípcios arruinaram as árvores frutíferas de uma planície costeira da Palestina.
A ruína tão vivamente descrita leva o profeta não ao desespero, mas a fé no seu Senhor.

             3. Acreditemos e confiemos na vida eterna que temos em Cristo: “E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?” João 11.26

O crente pode morrer, como Lázaro, mas pelo poder de Cristo viverá, isto é, experimentará a ressurreição. Mas ainda mais importante é a posse da vida eterna obtida mediante a fé em Cristo. Aqueles que têm esta vida não podem morrer nunca no sentido de serem separados da fonte da vida. “Crês tu isto?”

   4.    Acreditemos na vitória que Jesus voltará para nos buscar: “Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.” Atos 1.11

Os anjos informaram aos apóstolos que esta experiência não era uma repetição da Transfiguração (Lc. 9:27-36). Jesus partia, mas um dia retornaria à terra da mesma maneira visível e gloriosa pela qual se ausentara. A expectativa da volta corporal de Cristo é o centro da fé cristã.

Conclusão: Exercite sua fé! O que você tem pedido para Deus? Qual a sua confiança no Senhor? Você tem certeza de sua imortalidade com Cristo? Você está esperando a volta de Cristo para nos buscar?
No exercício da fé, faço das palavras de Spurgeon as minhas: “Me encontre no céu!”

Que Deus abençoe!
Ricardo Hilário

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